Por Unknown | quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018 |
Postado em
Espaço,
Universo
O asteroide 2018 CB vai passar a uma distância equivalente a um quinto do caminho da Lua até a Terra esta sexta-feira, mas a NASA refere que passará «com segurança» pelo planeta.
O 2018 CB tem entre 15 e 40 metros e a NASA tem grande interesse, pois estará a 64 mil quilómetros do nosso planeta. «Embora o 2018 CB seja muito pequeno, pode ser maior que o meteoro de Cheliabinsk, que invadiu a atmosfera da Rússia há cinco anos», referiu Paul Chodas, diretor do NEOO, na Califórnia. «Os asteróides deste tamanho não chegam tão perto do nosso planeta com frequência – talvez apenas uma ou duas vezes por ano», completou.
O meteoro de Cheliabinsk entrou na atmosfera da Rússia no dia 15 de fevereiro de 2013.
Por Unknown | sábado, 19 de março de 2016 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
Um foguete russo Soyuz levando dois cosmonautas russos e um "vovô astronauta" Jeff Williams pronto para bater o recorde de tempo acumulado no espaço por um americano, decolou nesta sexta-feira para a Estação Espacial Internacional (ISS), disse um fotógrafo AFP.
Jeff Williams, 58 anos, avô de três netos, e os cosmonautas russos Oleg e Alexei Skripotchka Ovtchinine, decolaram em condições de vento a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, às 18h26 (de Brasília).
"O foguete Soyuz decolou com sucesso", confirmou a Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) em comunicado, acrescentando que a acoplagem da nave espacial à ISS foi agendada para as 0h11 deste sábado.
A nave, cujo lançamento para a ISS foi ameaçado até o último momento por ventos fortes, é decorada com um retrato do primeiro homem no espaço, Yuri Gagarin, enquanto a Rússia vai celebrar em 12 de abril os 55 anos de seu voo lendário que marcou o início de uma nova era de conquista do espaço em 1961.
Após esta visita à estação que deve durar cerca de seis meses, a sua terceira na ISS, Jeff Williams terá passado um total de 534 dias acima da Terra .
Assim, ele ultrapassará os 520 dias de Scott Kelly, que voltou em 1 de março de uma missão de 340 dias a bordo da ISS. Kelly, de 52 anos, fez quatro viagens para o posto avançado do espaço.
Kelly quebrou o recorde americano, mas o recorde mundial de dias em órbita acumulados foi conquistado pelo russo Gennady Padalka, com 879 dias.
Por Unknown | quinta-feira, 22 de outubro de 2015 |
Postado em
Curiosidades,
Espaço,
Noticias,
Universo

Já que está na moda falar sobre Star Wars devido à proximidade da estreia do sétimo filme, vamos falar sobre… Vida real. Se a ficção tem uma Estrela da Morte que comanda a destruição em massa, nós também podemos ter uma.
Isso, pelo menos, é o que garantem especialistas diante de um fato bastante inusitado. Eles captaram ao longo da semana um planeta rochoso, similar à Terra, ser desintegrado por uma estrela anã branca.
“Podemos definir esse fenômeno impressionante como algo que nenhum homem jamais viu”, explica Andrew Vanderburg, pesquisador do Harvard-Smithsonian Center for Atrophysics, líder do estudo. “Conseguimos ver um sistema solar ser destruído”.
Captado pelo observatório espacial Kepler, o fenômeno revela em seus dados uma queda regular na luminosidade, a cada 4,5 horas, que aponta a órbita do planeta para uma distância aproximada de 850 mil quilômetros da anã branca em questão. A distância equivale ao dobro da existente entre a Terra e a Lua.
O sistema em questão está bem longe da Terra, cerca de 570 anos-luz de distância, e fica na constelação de Virgem. Segundo estimativas feitas pelos especialistas, o corpo deve ter a massa de Ceres, o planeta anão que fica no cinturão de asteroide entre as órbitas de Marte e Júpiter.
Essa foi a primeira vez que os astrônomos detectaram um objeto planetário ao redor de uma estrela anã branca. Os estudos ainda revelaram que a teoria de que esse tipo de astro estava “poluído” com metais restantes da destruição de planetas e asteroides.
Por Unknown | sábado, 22 de agosto de 2015 |
Postado em
Noticias,
Universo
A Nasa desmentiu rumores de que um asteroide do tamanho de uma cidade acertaria a Terra entre os dias 15 e 28 de setembro.
Segundo os boatos um "cometa de quatro quilômetros de largura" iria se chocar contra a Terra causando "danos catastróficos" e "eliminando os Estados Unidos da América".
Blogs e posts na web até davam a localização exata do impacto: perto de Porto Rico no meio do mês de setembro.
Mas, a agência espacial americana informou que "não há fundamento científico, nenhum fragmento de prova" para comprovar estes rumores.
A Nasa tem o Programa de Observação de Objetos Próximos da Terra, que procura por asteroide que possam ameaçar a Terra. Os especialistas que trabalham neste programa afirmam que nada "vai acertar a Terra naquelas datas".
"Se houvesse qualquer objeto grande o bastante para fazer este tipo de destruição em setembro, já teríamos visto alguma coisa", disse o caçador de asteroides Paul Chodas.
Na verdade, no próximo século existe uma "chance de menos de 0,01%" de qualquer "asteroide perigoso" destruir a civilização.
'Guarda espacial'
O Programa de Observação de Objetos Próximos da Terra, da Nasa, tem um outro nome, mais fácil de lembrar: "Guarda Espacial".
Este programa usa telescópios localizados na Terra e no espaço para detectar e rastrear asteroides e cometas que cheguem a uma distância de cerca de 48 milhões de quilômetros do planeta.
Até agora, as únicas coisas em rota de colisão com a Terra são "meteoritos inofensivos" e "asteroides minúsculos" que se incendeiam ao entrar na atmosfera antes que possam causar qualquer tipo de estrago.
Mesmo assim, o trabalho da Guarda Espacial é muito importante, mas a Nasa afirma que a equipe sempre tem a atenção desviada por boatos como este.
"Esta não é a primeira alegação louca, não fundamentada de que um objeto celestial está prestes a se chocar com a Terra e, infelizmente, provavelmente não será a última", afirmou Chodas
Fonte: BBC
Por Unknown | sexta-feira, 31 de julho de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
É o terceiro objecto mais brilhante do espaço e pode ser observado facilmente a olho nu. Só precisa de saber o local e a hora exatos, mas disso trata a NASA
O serviço de localização da Estação Espacial Internacional (EEI) é disponibilizado pela agência espacial norte-americana e permite a qualquer pessoa saber qual o momento ideal para olhar para o céu e avistar a estação espacial, a partir de uma lista de milhares de locais no mundo inteiro. Considerado como o terceiro objecto espacial mais brilhante do espaço, pode ser avistado por qualquer pessoa, sem recurso a qualquer equipamento.
Para isso, basta consultar a tabela disponibilizada pela NASA ou registar-se (gratuitamente) no programa Spot The Station e escolher a cidade mais próxima de si. Depois, horas antes do possível avistamento, o serviço envia um alerta diretamente para o seu telemóvel, através de SMS, ou através e-mail.
Vista cá de baixo, o aspeto da EEI é semelhante ao de um avião em movimento muito rápido no céu, embora, na realidade, esteja a uma altitude dezenas de vezes superior e se desloque a milhares de quilómetros por hora - completa uma órbita a cada 90 minutos. Segundo a NASA, é tão brilhante que pode ser visto até no meio de uma cidade.
A EEI encontra-se a cerca de 300 quilómetros da Terra e é tripulada por seis astronautas de cada vez.
Via Visão
Por Unknown | quinta-feira, 23 de julho de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
O Telescópio Espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), divulgou nesta quinta-feira (23) a existência do primeiro planeta semelhante à Terra na "zona habitável", ou seja, em torno de uma estrela semelhante ao Sol e com possibilidade de abrigar água líquida. O planeta foi chamado de 'uma outra Terra" pela Nasa.
 |
| Ilustração produzida pela Nasa compara a Terra (à esquerda) ao novo planeta chamado Kepler-452b, cujo diâmetro é 60% maior do que o da Terra |
O exoplaneta Kepler-452b tem diâmetro 60% maior do que o da Terra e, por isso, acredita-se que ele também tenha formação rochosa, embora sua massa e sua composição ainda não estejam determinados. O Kepler-452 tem 6 bilhões de anos, 1,5 bilhão mais velho do que o nosso Sol, e com órbita completada em 385 dias. O Kepler-452b está localizado a 1.400 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus.
"Podemos pensar o Kepler-452b como um primo mais velho, maior que a Terra, que fornece uma oportunidade para entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra", disse Jon Jenkins, diretor do Centro da Nasa na Califórnia.
"Hoje estamos anunciando a descoberta de um exoplaneta que podemos dizer que é um primo muito próximo da Terra. É o mais próximo até agora. É Terra 2.0", disse John Grunsfeld, da Nasa.
Hoje sabemos que a Terra é apenas uma das centenas de bilhões de planetas de nossa galáxia, sendo que já é sabido que existem centenas de bilhões de galáxias no universo. O recém-descoberto Kepler-452b aumenta o número total de planetas descobertos pelo telescópio Kepler para 1.030.
Vida
Para o diretor da Nasa, há indícios de que o planeta tenha condições de habitar vida dentro dele.
"É inspirador considerar que este planeta gastou 6 bilhões de anos na zona habitável de sua estrela, mais do que a Terra. É uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições de vida necessárias neste planeta.", disse.
A câmera do Kepler detecta planetas utilizando um sistema de busca por trânsitos, ou seja, o equipamento identifica quando uma estrela distante escurece ao ser obscurecida pela passagem de um planeta.
Quanto menor for o planeta, o brilho da estrela é menos escurecido. Para manter essa precisão, a sonda deve manter um localizador constante e estável -- por isso a necessidade de corrigir o problema com a roda de reação.
Lançado em março de 2009, o satélite Kepler é a primeira missão da Nasa realizada com o intuito de detectar planetas do tamanho da Terra orbitando estrelas distantes próximas da zona habitável.
O telescópio, desde então, confirmou mais de mil planetas e mais de 3.000 candidatos a planetas que abrangem uma ampla gama de tamanhos e distâncias orbitais, incluindo aqueles na zona habitável.
Na missão K2, que começou oficialmente em maio de 2014, o telescópio já observou mais de 35 mil estrelas, além de obter dados sobre aglomerados, regiões densas de formação de estrelas, e vários objetos planetários recolhidos dentro do nosso próprio sistema solar.
Via UOL
Por Unknown | quinta-feira, 16 de julho de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
Esta semana, a sonda New Horizons enviou as primeiras imagens nítidas de Plutão para a Terra. Parece que estamos a viver o futuro. De certa forma, é verdade: estamos a viver o futuro de 1993, quando saiu a notícia publicada acima do jornal brasileiro Estadão de São Paulo, em que a NASA previa para 2015 a chegada de naves ao então planeta mais distante do sistema solar.
A matéria já previa alguns detalhes da viagem, como o uso do campo gravitacional de Júpiter para catapultar a sonda em direcção a Plutão. No entanto, o texto fala sobre um lançamento em 2002, quatro anos antes de a sonda New Horizons partir de facto. O texto não explicita qual o nome da missão responsável por enviar as naves para Plutão, mas menciona um «par de naves gémeas», o que deve se referir ao Pluto Fast Flyby - um dos vários projectos para explorar o planeta que foram cancelados até ao lançamento da New Horizons. O nome de Alan Stern, o astrónomo que comanda a missão New Horizons, também é mencionado.
Também chama a atenção que, em 1993, o astrónomo Clyde Tombaugh, responsável pela descoberta do planeta, ainda estava vivo e em actividade - morreu em 1997, e a sonda New Horizons carrega as suas cinzas. Vários objectos do Cinturão de Kuiper ainda estavam a ser descobertos e, obviamente, Plutão ainda não havia sido rebaixado à categoria de planeta-anão. Mas, apesar dos desvios de trajectória, chegamos ao futuro previsto - agora só falta receber todos os dados sobre Plutão e as suas luas.
Via Diário Digital
Por Unknown | segunda-feira, 13 de julho de 2015 |
Postado em
Noticias,
Universo
A sonda da NASA New Horizons passa a 12 500 quilómetros de distância do planeta-anão para uma observação sem precedentes.
Plutão, aqui vamos nós. A sonda da NASA New Horizons passa hoje junto ao planeta-anão e à sua maior lua, Caronte, quando forem 11.49 em Lisboa, para pela primeira vez fazer imagens e recolher dados sobre a sua superfície e atmosfera. Se tudo correr bem, os cientistas passam a dispor de um manancial de novos dados e imagens para fazer um novo retrato de Plutão e de Caronte. Esta é uma nova página na história da exploração espacial.
Com a rápida aproximação da nave ao seu alvo nas últimas semanas, as novidades começaram a chegar antes mesmo do primeiro encontro imediato de uma nave terrestre com Plutão, marcado para hoje. À distância de oito milhões de quilómetros, e depois de sete, de cinco, de um... o planeta-anão na fronteira do sistema solar foi ganhando definição e o que ainda há um mês ou dois eram apenas brilhos e sombras na sua superfície ganharam novos significados potenciais: crateras de impacto ou de vulcões, montanhas e lagos gelados de hidrogénio. Mas estas são hipóteses de trabalho, pois só com os dados recolhidos hoje pela nave, quando passar à distância de 12 500 quilómetros, será possível tirar teimas e verificar o que realmente se observa naqueles longínquos mundos.
Por Unknown | sexta-feira, 19 de junho de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
Existem extraterrestres em algum lugar do universo, mas com certeza eles não estão na Área 51, que realmente existe. Quem disse isso foi ninguém menos do que o administrador da Nasa, o Major Charles Bolden. As declarações foram dadas durante uma conversa com crianças inglesas, promovida por um programa de televisão local.
Perguntado por uma menina de 10 anos se ele acreditava em alienígenas, Bolden foi direto: "Acredito que iremos encontrar um dia outras formas de vida, se não em nosso Sistema Solar, então em outro sistema solar — algum dos bilhões de sistemas solares do universo".
O major Bolden também admitiu que a Área 51, base onde o governo americano supostamente mantém extraterrestres capturados, realmente existe. Mas, segundo ele, o que acontece lá é menos empolgante do que se imagina.
"Existe uma Área 51", Bolden disse. "Mas não é o que muitas pessoas pensam. Já estive em um lugar com esse nome, mas era apenas um centro de pesquisa e desenvolvimento convencional. Eu nunca vi alienígenas ou espaçonaves quando estava lá".
Em 2013, a CIA revelou a exata localização a Área 51 em Nevada, dentro de uma série de documentos divulgados pela agência americana.
Ainda segundo os documentos, a base foi criada na Segunda Guerra Mundial, como estoque de armas para a Força Aérea. Mais tarde, se tornou um depósito de lixo nuclear e base de testes para aviões espiões.
Durante a conversa com as crianças inglesas, o major Bolden também afirmou que uma das principais razões pelas quais os seres humanos ainda não pousaram em Marte foi por causa da ausência de banheiros adequados nas espaçonaves.
"Nossas capacidades técnicas ainda não estão onde queremos. Precisamos de melhores suportes de vida, precisamos de um banheiro que não quebre no caminho e que continue funcionando quando pousarmos em Marte. Banheiros são coisas importantes", disse.
Por fim, as crianças perguntaram se a chegada do homem à Lua foi forjada, como afirma uma das teorias da conspiração mais famosas. "Não tenho dúvidas que fomos para a Lua e não tenho dúvidas que iremos até Marte enquanto vocês estiverem vivos", disse Bolden.
Fonte: The Independent
Via
Abril
Por Unknown | sábado, 18 de abril de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
Samanatha Cristoforetti, astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) que integra a atual tripulação da EEI, "apanhou" a cápsula com um braço robótico cerca das 10:55 horas GMT (9:55 em Lisboa), quando a estação espacial se encontrava sobre o norte do Pacífico, segundo a NASA.
"Houston, a captura (da cápsula) foi terminada", declarou Terry Virts, astronauta da NASA, após a operação ser bem-sucedida.
A acoplagem final da Dragon, lançada da Florida na terça-feira, será realizada durante o dia de hoje.
A cápsula vai fornecer à EEI duas toneladas de provisões, uma máquina de café expresso, assim como material destinado a experiências científicas em microgravidade.
Depois de cinco semanas acoplada à EEI, a Dragon deixará a estação espacial e voltará à Terra carregada com material de experiências científicas, resíduos e equipamentos usados.
Esta é a sexta missão de reabastecimento da EEI realizada pela Spacex para a NASA, num total de 12 viagens no quadro de um contrato de 1,6 mil milhões de dólares (1,48 mil milhões de euros).
Fonte : acorianooriental
Por Unknown | sábado, 28 de março de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo

A Rússia anunciou neste sábado (28) planos de construir uma estação espacial orbital com a Nasa, para substituir a Estação Espacial Internacional (ISS), que irá operar até 2024.
Rússia e Nasa concordaram recentemente em continuar financiando e operando na ISS até 2024, mas futuros planos espaciais conjuntos continuavam sendo dúvida, devido à relação tensa entre Rússia e Estados Unidos por causa do conflito na Ucrânia.
"A Roscosmos, juntamente com a Nasa, irá trabalhar em uma futura estação orbital", afirmou o diretor da agência espacial russa, Igor Komarov, citado pela agência de notícias Interfax.
Komarov fez o anúncio na companhia do representante da Nasa Charles Bolden, na base de Baikonur, Cazaquistão.
"Concordamos que o grupo de países que fez parte do projeto da ISS irá trabalhar em um projeto futuro de uma nova estação orbital", informou Komarov.
"O governo russo estudará os resultados das conversas entre Roscosmos e Nasa. As decisões serão tomadas em breve", publicou o vice-premier russo, Dimitri Rogozin, em sua conta no Twitter.
Por Unknown | quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
As primeiras imagens do asteroide 2004 BL86, que passou perto da Terra entre a noite desta segunda-feira e a madrugada desta terça (27), revelaram que o objeto tem uma pequena lua.
Cientistas trabalhando na antena da Rede de Espaço Profundo de Goldstone, da Nasa, observaram nas imagens de satélite a presença da minilua de cerca de 70 metros orbitando ao redor do asteroide, que tem cerca de 325 metros de diâmetro.
O astro passou a uma distância de 1,2 milhões de km da Terra, ou 3,1 vezes a distância da Terra à Lua. No Brasil, o asteroide ficou mais visível entre 23h de segunda e 4h da madrugada de terça. Mas era preciso ter um pequeno telescópio ou binóculo para ver o asteroide.
A Nasa já tinha divulgado que, apesar do tamanho do asteroide e de sua proximidade com a rota da Terra, não havia perigo de colisão. "Embora não represente uma ameaça à Terra num futuro próximo, é uma abordagem relativamente perto de um asteroide relativamente grande, o que nos proporciona uma oportunidade única para observar e aprender mais", disse em comunicado o astrônomo Don Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena
Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul (Foto: NASA/JPL-Caltech)
O asteroide, que orbita o Sol a cada 1,84 ano, foi descoberto há 11 anos pelo telescópio Linear (Lincoln Near-Earth Asteroid Research), localizado no Estado do Novo México. De acordo com a Nasa, o 2004 BL86 deve ser o maior asteroide a passar tão perto da Terra até a chegada do 1999 AN10 em 2027.
A Nasa atualmente rastreia mais de 11 mil asteroides em órbitas que passam relativamente perto da Terra. A agência espacial norte-americana diz ter localizado mais de 95% dos maiores asteroides, aqueles com diâmetro de 900 metros ou mais, com órbitas que os levam relativamente perto da Terra.
Via G1
Por Unknown | terça-feira, 29 de julho de 2014 |
Postado em
Espaço,
Universo
ZH Notícias
Uma chuva de meteoros pôde ser avistada entre a noite passada e a madrugada desta terça-feira nos hemisférios Norte e Sul. O fenômeno que iluminou o céu é relativamente comum nesta época do ano e fica mais visível em áreas escuras, sem luz artificial e com céu limpo. O auge do evento ocorre nos primeiros dias de agosto — ou seja: ainda há chance de conferir o céu brilhoso nos próximos dias.
Em Passo Fundo, o tempo aberto possibilitou o registro do chamado Delta Aquarídeas. O fenômeno ocorre anualmente entre julho e agosto — época rica em meteoros, que são partículas como restos de cometas e asteroides procedentes do espaço. Conforme o Planetário da UFRGS, a chuva costuma ser discreta e nem sempre de fácil observação.
Neste ano, como a lua está na fase chamada nova, a noite está mais escura, o que facilita a visualização dos meteoros.
Por Unknown | sexta-feira, 25 de julho de 2014 |
Postado em
Espaço,
Universo
A população mundial mal soube do grande risco que correu há dois anos. Em 2012, aconteceu uma erupção no Sol tão poderosa que poderia fazer a civilização moderna voltar para o século 18.
As tempestades solares acontecem por causa de erupções na superfície da estrela. Esse tipo de fenômeno ocorre por mudanças repentinas no campo magnético do Sol – as manchas solares – e emite uma enorme quantidade de energia no espaço.
Segundo o Phys.org, a Nasa, agência espacial americana, afirmou que o clima espacial extremo que atravessou a órbita da Terra em 23 de julho de 2012 foi o mais poderoso em 150 anos. No entanto, a população mundial nem soube o que estava acontecendo.
Segundo Daniel Baker, professor de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, se a erupção no Sol tivesse acontecido uma semana antes, o desastre na Terra teria sido grande. Os cientistas analisaram os dados coletados e concluíram os estragos teriam sido parecidos com o da tempestade solar de 1859, conhecido como o evento Carrington.
O evento de 155 anos atrás é o mais poderoso já registrado. Na manhã de 1 de setembro de 1859, o astrônomo Richard Carrington viu um clarão enorme que rompeu da superfície do Sol e emitiu um fluxo de partículas na Terra e viajou mais de 4 milhões de quilômetros por hora.
Na tempestade de 1859, postos de telégrafo pegaram fogo, as redes tiveram grandes interrupções. Também foram registrados distúrbios no campo magnético da Terra.
Em nota, Baker disse que os estudos recentes o convenceram de que nunca a Terra e os seus habitantes tiveram muita sorte quando a erupção de 2012 aconteceu. Segundo a Academia Nacional de Ciências, o impacto econômico de uma tempestade como de 1859 poderia custar à economia moderna mais de dois trilhões de dólares e causar danos que podem levar anos para serem reparados.
Uma tempestade solar intensa pode destruir computadores, derreter os circuitos integrados e causar falhas massivas de discos rígidos. Também pode acontecer um colapso nos sistemas de comunicação, nos automóveis e na aviação.
O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo aconteceu em 2013. As tempestades são causadas pelas manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol.
Normalmente, as tempestades solares não representam grandes riscos para a humanidade. A energia liberada pelo Sol pode interferir em satélites, sistemas de telecomunicações e aparelhos eletrônicos na Terra. Mas esse tipo de fenômeno não causa riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas os astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.
INFO Online
Por Unknown | quarta-feira, 23 de julho de 2014 |
Postado em
Espaço,
Noticias,
Universo
Astrônomos descobriram que as estrelas deste halo continha uma proporção maior do que a encontrada na Via Láctea
O telescópio espacial Hubble localizou o halo de uma galáxia "com mais precisão do que nunca", anunciou a Agência Espacial Europeia (ESA).
Durante uma exploração na galáxia elíptica Centaurus A, os astrônomos chegaram até uma distância de 25 vezes o raio da galáxia e analisaram uma região de 450.000 anos-luz de comprimento e 295 mil anos luz de largura.
Além desta distribuição desigual, os pesquisadores descobriram que as estrelas deste halo continha uma proporção maior do que a encontrada na Via Láctea e de outras galáxias próximas.
Por Unknown | segunda-feira, 5 de maio de 2014 |
Postado em
Espaço,
Universo

A passagem do cometa Halley, um dos mais famosos eventos espaciais, ainda está longe de se repetir. Como o astro nos visita a cada 75 anos, e passou pela Terra pela última vez em 1986, a projeção é que seja possível vê-lo novamente em 2061. Duas vezes por ano, porém, a Terra passa pela órbita de Halley, e os fragmentos de rochas e poeira que se desprendem do cometa causam chuvas de meteoros. Uma delas, denominada chuva de Eta Aquarídeos, poderá ser vista na madrugada desta terça-feira.
"Meteoros são fenômenos luminosos que acontecem quando um pedaço de rocha espacial entra em atrito com a atmosfera e sofre vaporização, tornando-se brilhante", explica Enos Picazzio, astrofísico do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP). Isso pode acontecer com uma rocha isoladamente ou vários fragmentos vindos de um mesmo local — o que caracteriza as chuvas de meteoros. Quando a Terra passar pela órbita do cometa Halley, os fragmentos liberados por ele se chocam com a atmosfera, provocando o espetáculo que pode ser observado no céu. Como as partículas costumam ser muito pequenas, elas ou se desintegram antes de atingir o solo terrestre ou chegam aqui em forma de poeira espacial.
Nesta passagem, as horas que antecedem o amanhecer da terça-feira serão o melhor momento para observar a chuva de Eta Aquarídeos. Segundo o astrônomo Marcos Calil, coordenador científico do planetário de Santo André e consultor da Climatempo, por volta das 4h da manhã (horário de Brasília), a chuva poderá ser vista na direção Leste. "Nesse horário já é possível observar Vênus, um ponto prateado muito brilhante próximo do horizonte, a Leste. Um pouco para cima está a constelação de Aquário, onde vai acontecer a chuva", explica especialista.
Estima-se que haverá, no máximo, 45 meteoros por hora, um pouco menos de um por minuto, embora na prática o fenômeno não seja tão uniforme. "Podem vir três meteoros de uma vez, passar alguns minutos sem nenhum, depois aparecerem outros", afirma Calil. Essa projeção se refere a condições ideias de observação. Para quem mora em cidades, a média pode cair drasticamente, chegando a cerca de cinco meteoros por hora, devido à iluminação intensa e à poluição, que prejudicam a visão do fenômeno. A luz da Lua não será um fator a atrapalhar a observação da chuva de meteoros, já que o satélite terá se posto às 23h desta segunda-feira.
Os meteoros serão vistos rapidamente, em questão de segundos, e não serão muito brilhantes. Com chuva ou céu nublado, a visão será prejudicada ou impossível. "É preciso ter paciência, e ficar olhando para a mesma direção por um longo período", ressalva Picazzio.