Por Unknown | quarta-feira, 18 de novembro de 2015 |
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A equipe do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) registrou a chegada, em Baixo Guandu, no Espírito Santo, dos rejeitos da barragem do Fundão que se rompeu em Mariana (MG), no último dia 5. Os rejeitos passaram pela barragem da Usina Hidrelétrica de Mascarenhas. A previsão é que o deslocamento até o município de Colatina, no Espírito Santo, seja de aproximadamente um dia. O município suspendeu o fornecimento de água na região.
Depois de passar por Colatina, na noite de ontem (17), houve uma mudança na descida até Linhares (ES), o que deverá reduzir a velocidade do escoamento, informou a CPRM. Com isso, a previsão é de maior deposição dos rejeitos, aumentando o tempo de chegada a Linhares.
O serviço geológico informou que está monitorando em tempo real, por meio de estações instaladas na calha do Rio Doce, a movimentação dos rejeitos após o rompimento das barragens Santarém e Fundão, no distrito de Bento Rodrigues, município de Mariana, na região central de Minas Gerais.
Segundo a equipe, o avanço dos rejeitos não causará enchentes nos municípios localizados às margens do Rio Doce. Nos próximos dias, podem ocorrer mudanças na previsão, em decorrência da deposição de sedimentos no reservatório e das chuvas previstas para a região.
Por Unknown | sábado, 31 de outubro de 2015 |
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Um incêndio nesta sexta-feira (30) em uma discoteca de Bucareste provocou pelo menos 27 mortos e mais de 150 feridos. As informações foram passadas pelo secretário da Saúde da Romênia, Raed Arafat.
Alguns dos feridos têm queimaduras em 70% do corpo, enquanto outros sofreram intoxicação por monóxido de carbono. Os feridos foram transferidos para vários hospitais de Bucareste.
As autoridades locais, que decretaram “alerta vermelho” de emergência civil, mobilizaram dezenas de ambulâncias do serviço de urgência e unidades de bombeiros.
No momento do incêndio, que ocorreu por volta da meia noite (4h em Brasília) no Club Colectiv, no centro da capital romena, havia pelo menos 500 pessoas no interior da discoteca. As pessoas assistiam ao lançamento do disco de um grupo musical, acompanhado por um espetáculo de luz com efeitos pirotécnicos, informaram as rádios locais. Segundo testemunhas, o incêndio começou nas decorações do cenário, tendo provocado o pânico entre o público.
Em uma primeira reação, o chefe de Estado romeno, Klaus Johannis, expressou a sua “profunda dor pelo trágico acontecimento”. “É um dia muito triste para todos, para o nosso país e para mim pessoalmente”, escreveu o presidente na sua página oficial no Facebook.
* Da Agência Lusa
Por Unknown | domingo, 19 de abril de 2015 |
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Até 700 migrantes podem ter morrido no naufrágio de um barco ao largo da costa da Líbia - informou neste domingo um porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur).
O navio afundou a cerca de 110 km da costa levando mais de 700 pessoas a bordo, segundo explicaram 28 sobreviventes resgatados por um navio mercante, disse Carlotta Sami, porta-voz do Acnur na Itália, à rede de televisão italiana Rainews24.
Se estes números forem confirmados, será "a pior tragédia jamais vista no Mediterrâneo", afirmou a porta-voz. Até agora, 21 corpos foram recuperados, segundo a imprensa italiana.
O navio lançou um aviso no domingo de manhã capturado pela guarda costeira italiana, que alertou um navio cargueiro português que estava na área.
Quando o cargueiro chegou, cerca de 220 km ao sul da ilha italiana de Lampedusa, a tripulação avistou o barco, de acordo com o Acnur.
Mas as pessoas do navio em perigo correram todas para o mesmo lado, o que pode ter causado o desastre - disse a porta-voz.
Nas últimas duas semanas, dois acidentes semelhantes no Mediterrâneo deixaram cerca de 450 mortos.
Via
Exame
Por Unknown | segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 |
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As chuvas no litoral de São Paulo fizeram vítimas fatais na tarde desta segunda-feira. Sete pessoas foram atingidas por um raio por volta das 14h30 e quatro delas morreram na praia de Boqueirão, em Praia Grande, segundo informou o Corpo de Bombeiros.
Segundo o Tenente Prestes, do Corpo de Bombeiros de Praia Grande, foram enviadas ao local do incidente duas ambulâncias, uma equipe de resgate dos bombeiros e uma equipe do salvamento aquático após o chamado.
Uma das vítimas fatais estava grávida de cinco meses. Os outros atingidos pelo raio foram encaminhados para o pronto-socorro municipal, o Hospital Irmã Dulce.
No momento em que o raio atingiu os banhistas, havia algumas pessoas na praia, mas que estariam deixando o local por causa da tempestade.O Corpo de Bombeiros lembra que, em caso de chuva, banhistas devem abandonar a praia pelo peri
Via Terra
Por Unknown | sábado, 27 de dezembro de 2014 |
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Inundações e deslizamentos de terra causados por fortes chuvas mataram cerca de 40 pessoas na Ásia e levaram mais de um milhão a abandonarem suas casas. Na Malásia, uma das nações mais atingidas, o primeiro-ministro do país, Najib Razak, supervisionou neste sábado (27/12) os esforços das equipes de resgate.
Razak foi bastante criticado durante esta semana após a divulgação de uma fotografia em que ele jogava golfe no Havaí com o presidente do EUA, Barack Obama, enquanto a situação no país se agravava. Ele encurtou as férias e decidou regressar na sexta-feira para visitar as zonas mais afetadas.

Na Malásia, ao menos cinco pessoas morreram e cerca de 160 mil estão desalojadas em uma das piores inundações já vistas no país. Os estados de Pahang, Kelantan e Terengganu são os mais prejudicados pelas fortes chuvas que afetam a Malásia há quase duas semanas.
As regiões do nordeste da Malásia enfrentam nesta época do ano fortes inundações, por conta do período de monções, mas as chuvas já são classificadas por jornais locais como as piores das últimas décadas. Algumas vítimas das enchentes expressaram irritação com as autoridades, afirmando que elas têm sido lentas em prestar assistência.
"Eu estou zangada com ele [o governo]. Não nos importamos com sua política. Nós só queremos que o governo faça o que tem de fazer e nos ajude", afirmou Farhana Suhada, de 23 anos, que teve que abandonar sua casa e procurar abrigo num centro de assistência em Kota Bharu.
Somente no Sri Lanka, morreram até este sábado pelo menos 21 pessoas, de acordo com estatísticas oficiais, sendo que 12 ainda estão desaparecidas. Segundo o centro de gestão de catástrofes do país, mais de 800 mil estão desalojadas. O nível da água sobe em todo o norte e leste da ilha. Na província de Badulla, a 200 quilômetros da capital, Colombo, foram registrados vários deslizamentos de terra.
As fortes chuvas também afetam 1.415 vilas no sul da Tailândia, onde ao menos oito pessoas morreram e várias outras estão desaparecidas, de acordo com o centro para prevenção de catástrofes do país. O primeiro-ministro tailandês, Prayuth chan-ocha, declarou as regiões afetadas como zonas de catástrofe.
Via MSN
Por Unknown | domingo, 24 de agosto de 2014 |
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O número de mortos nos vários deslizamentos de terra que ocorreram na última quarta-feira na cidade de Hiroshima, no oeste do Japão, aumentou para 50 neste domingo (24), conforme informou a emissora pública NHK, acrescentando que o número tende a subir na medida em que equipes de resgate buscam por desaparecidos nos escombros das dezenas de casas que foram destruídas na tragédia.
As chuva recordes que provocaram os deslizamentos estiaram na manhã de ontem (23), mas os cerca de 3.500 socorristas (bombeiros, policiais e soldados das Forças de Autodefesa do Japão) permanecem cautelosos em meio ao riscos de mais deslizamentos, que levou a interrupção das buscas na manhã de hoje, mas foram retomadas no início da tarde.
Os trabalhos têm sido dificultados devido a lama e detritos que se acumulam entre os escombros das quase 200 residências que foram destruídas ou inundadas pelos deslizamentos de terra, sobretudo nos bairros de Asaminami e Asakita. De acordo com o governo, quase 30 deslizamentos de terra ocorreram de maneira simultânea.
Neste final de semana, a prefeitura local deu ordem de evacuação a mais de 4.500 moradores em meio a temores de mais deslizamentos. Atualmente, mais de 1.600 pessoas estão vivendo nos 12 abrigos emergenciais da cidade.
O número de pessoas desaparecidas tem variando bastante, já que muitas foram encontradas ilesas em abrigos de emergência. As autoridades temem que ainda mais pessoas possam estar desaparecidas e enterradas pela lama, mas sem que ninguém tenha comunicado o seu desaparecimento.
As equipes têm removido os escombros manualmente onde é possível, e com muita cautela usam equipamentos e maquinário pesado em meio a esperança de encontrar sobreviventes.
A situação ainda é crítica, principalmente por causa da chuva que ainda está prevista para a região e há risco de novos deslizamentos.
No sábado, centenas de voluntários de várias partes do país se juntaram aos esforços dos resgates realizados pela força tarefa, que têm trabalhado nos locais afetados desde a manhã da última quarta-feira.
(Com informações da NHK News e Agência Kyodo)
Por Unknown | quinta-feira, 10 de julho de 2014 |
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A aviação israelense prosseguia nesta quinta-feira (10), pelo terceiro dia, com a ofensiva aérea em Gaza, que matou 76 palestinos até o momento, poucas horas antes de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a escalada entre Israel e o movimento islamita Hamas.
O exército israelense anunciou ter atacado durante a noite 300 objetivos, o que eleva a 750 o número de alvos em pouco mais de 48 horas na Faixa de Gaza. Esta é a maior operação neste território desde novembro de 2012.
Segundo a apuração do Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, 70% das vítimas são civis.
Desde a meia-noite, 25 palestinos morreram nos ataques, incluindo cinco crianças. Do lado israelense não foram registradas vítimas fatais desde o início da operação.
Várias mortes aconteceram em Khan Yunis, onde um ataque aéreo atingiu um café no qual os clientes assistiam a semifinal da Copa do Mundo entre Argentina e Holanda.
Oito pessoas morreram e 15 ficaram feridas no ataque.
Ignorando os apelos internacionais por um cessar-fogo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu endurecer a campanha contra o Hamas, que respondeu com uma chuva de foguetes contra o centro de Israel, obrigando os moradores de Jerusalém, Tel Aviv e Haifa a correr para os abrigos.
Israel confirmou por meio de vários dirigentes que examina uma possível operação terrestre. Há vários dias, tanques estão concentrados ao lado da fronteira de Gaza.
"Se o fogo continuar, não descartamos uma incursão terrestre', disse o presidente de Israel, Shimon Peres, ao canal CNN a respeito dos lançamento de foguetes palestinos.
Perez advertiu que a operação poderia acontecer "muito em breve".
O governo israelense autorizou a convocação de 40.000 reservistas para o caso de uma operação terrestre.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que fará um relato sobre a crise ao Conselho de Segurança nesta quinta-feira, condenou os ataques com foguetes e pediu contenção a Israel. "Gaza está numa situação extremamente precária", disse ele a repórteres.
"Gaza está à beira do precipício. A deterioração da situação está levando a uma espiral que poderia escapar do controle de todos muito rapidamente", advertiu o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, antes da reunião de emergência do Conselho de Segurança.
"O risco de que a violência aumente ainda mais é real. Gaza e a região em seu conjunto não podem permitir-se outra guerra total", disse Ban Ki-moon.
O secretário-geral da ONU conversou com Netanyahu e pediu máxima prudência, mas admitiu que os ataques com foguetes a partir de Gaza são "inaceitáveis e devem parar".
A campanha israelense foi incapaz até o momento de deter o lançamento de foguetes a partir de Gaza. Na quarta-feira, 82 projéteis caíram em Israel e 21 foram interceptados pelo sistema antimísseis '"Cúpula de Ferro" ("Iron Dome"). Nesta quinta-feira, mais 15 atingiram o território israelense e sete foram interceptados.
Vizinhos
Em meio aos conflitos, o governo do Egito informou que abriu a fronteira com Gaza para receber palestinos feridos na ofensiva aérea israelense.
Os hospitais do norte do Sinai, na fronteira com Gaza e Israel, estão em alerta para receber os palestinos feridos, segundo a agência oficial Mena.
A passagem de Rafah, que liga o Sinai com Gaza, é a única saída para o mundo exterior para os 1,7 milhão de habitantes da região, porque Israel não o permite desde 2007, quando o movimento islamita Hamas assumiu o poder.
Escalada de violência
A mais recente escalada de tensão e violência entre israelenses e palestinos começou com o desaparecimento de três adolescentes israelenses no dia 12 de junho na Cisjordânia. Eles foram sequestrados quando pediam carona perto de Gush Etzion, um bloco de colônias situado entre as cidades palestinas de Belém e Hebron (sul da Cisjordânia) para ir a Jerusalém.
O governo israelense acusou o movimento islamita Hamas, que controla a Faixa de Gaza, do sequestro. O Hamas não confirmou nem negou envolvimento. Israel deslocou um grande contingente militar para a área da Cisjordânia, principalmente na cidade de Hebron e arredores. Dezenas de membros do Hamas foram detidos, e foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel.
Os corpos dos três jovens foram encontrados em 30 de junho, com marcas de tiros. Analistas sustentam que eles foram assassinados na noite de seu desaparecimento.
A localização dos corpos aumentou a tensão, com Israel respondendo aos disparos feitos por Gaza. No dia seguinte, 1º de julho, um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém Oriental. A autópsia indicou posteriormente que ele foi queimado vivo.
Israel prendeu seis judeus extremistas pelo assassinato do garoto palestino, e três dos detidos confessaram o crime. Isso reforçou as suspeitas de que a morte teve motivação política e gerou uma onda de revolta e protestos em Gaza.
No dia 8 de julho, após um intenso bombardeio com foguetes contra o sul de Israel por parte de ativistas palestinos, a aviação israelense iniciou dezenas de ataques aéreos contra a Faixa de Gaza. A operação, chamada "cerca de proteção", tem como objetivo atacar o Hamas e reduzir o número de foguetes lançados contra Israel, segundo um porta-voz israelense.
Os militantes de Gaza responderam aos ataques, disparando foguetes contra Tel Aviv. Por enquanto, só houve registro de mortes entre os palestinos – o sistema antimísseis israelense interceptou boa parte dos disparos lançados contra seu território.
Os combates são os mais sérios entre Israel e os militantes de Gaza desde a ofensiva de seis dias em 2012.
Família de vítima de ataque aéreo israelense em Gaza participa de funeral em Jabalia nesta quinta-feira (10) (Foto: Mahmud Hams/AFP)
Por Unknown | sexta-feira, 4 de julho de 2014 |
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Equipes de resgate encontraram durante a madrugada desta sexta-feira (4) o corpo da segunda vítima do desabamento de um viaduto na Avenida Pedro I, próximo à Lagoa do Nado, região da Pampulha, em Belo Horizonte, ocorrido na tarde de quinta-feira (3). Um homem de 25 anos, identificado como Charlys Frederico M. do Nascimento, estava nas ferragens de um carro esmagado pela estrutura. Mais dois caminhões – sem ocupantes – e um micro-ônibus foram atingidos.
A primeira vítima localizada pelo resgate foi a motorista de um dos coletivos, Hanna Cristina Santos, também de 25 anos. Outras 22 pessoas ficaram feridas no acidente, cujas causas ainda são desconhecidas.O tenente-coronel Edgard Estevo, que comanda os bombeiros no local, considera que o trabalho da corporação terminou com a retirada do segundo corpo. De acordo com a capitão Jordana, os bombeiros não têm informações que indiquem a existência de mais vítimas sob o viaduto que ruiu.
O tenente-coronel informou que agora será feito o trabalho de perícia pela Polícia Civil, por técnicos da Coordenadora Municipal de Defesa Civil (Comdec) e pelo Corpo de Bombeiros. Após a liberação, o viaduto deve ser demolido, com a retirada do concreto em blocos. Os caminhões esmagados pela estrutura serão removidos depois disso.
O trabalho de resgate se concentrou no uso de macacos hidráulicos para escoramento do viaduto e também em maquinário para escavação do solo na parte traseira do veículo.
Desabamento
O viaduto, que saía da Rua Olímpio Mourão e passava sobre a Avenida Pedro I, estava em construção e, segundo a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, seria inaugurado este mês. O acidente aconteceu na região onde está o estádio Mineirão, que vai receber uma partida da semifinal da Copa do Mundo na próxima terça-feira (8). A avenida também é uma das vias de acesso ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.
O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, esteve no local do desabamento e disse que ainda é prematuro apurar responsabilidades. "Não sabemos se é falha de projeto ou de construção", afirmou o chefe do Executivo municipal, que afirmou ainda que a administração está empenhada em prestar assistência às vítimas. O prefeito decretou luto oficial de três dias na cidade.
Um segundo viaduto está sendo construído ao lado do que desabou. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma vistoria verificou que a estrutura desse elevado foi abalada com a queda do primeiro. Por essa razão, partes do segundo viaduto foram escoradas para evitar novos desabamentos.
Em nota, a Construtora Cowan, responsável pela obra, lamentou o acidente e afirmou que vai oferecer apoio às vítimas. "A Cowan lamenta profundamente o ocorrido com o viaduto sobre a Avenida Pedro I. Neste momento, a prioridade é o apoio às vitimas e aos familiares. A empresa informa que já enviou ao local a equipe técnica para iniciar as investigações."
A obra faz parte da meta 2 do Plano de Mobilidade do BRT, que seria usado durante o Mundial. Segundo a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), a construção tem verba federal, mas era executada pela Prefeitura de Belo Horizonte. O valor dessa etapa do projeto é de R$ 460 milhões e, até agora, já foram executados R$ 445 milhões.
Vítimas e testemunhas
A motorista de ônibus Hanna Cristina tinha uma filha de 5 anos que estava dentro do veículo na hora do acidente (Veja no vídeo ao lado o momento do resgate).
O ex-marido da vítima, Ederson Elisiano, esteve no Hospital Risoleta Neves para ver a filha. Ele contou que a criança faz aniversário na próxima semana. "Eu não sei como vou fazer, pois ela é muito apegada à mãe", disse. A menina não se feriu com gravidade.
Viaduto desabou na Avenida Pedro I, matando motorista de ônibus e homem (Foto: Reprodução/GloboNews)
Via G1
Por Unknown | sábado, 17 de maio de 2014 |
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A diretoria da rede de academias Tem Esportes lamentou profundamente, por meio de nota, no final deste sábado, o acidente ocorrido na unidade localizada no bairro Paulicéia em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. No documento, a direção explica que as causas da explosão, ocorrida aproximadamente às 11h, ainda estão sendo apuradas. Além disso, a empresa informou estar à disposição das autoridades para o fornecimento de todas as informações necessárias para esclarecer o caso.
A direção da Tem Esportes informou que as vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e que dará todo o apoio necessário aos familiares e vítimas do acidente. A rede de academias tem mais de 30 anos de atuação e conta com quatro unidades em São Bernardo do Campo (Nova Petrópolis, Jardim do Mar, Rudge Ramos e Paulicéia), além de uma sede em Itu, também no interior paulista. O caso
Uma explosão em uma academia na cidade de São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, em São Paulo, deixou ao menos dois mortos e nove pessoas com ferimentos na manhã deste sábado. De acordo com a Defesa Civil, no mínimo quatro imóveis ao redor do prédio da academia foram desalojados por risco de desabamento.
Morreram na explosão Marcos Aparecido Pardim, 51 anos, que morava em uma casa que fica atrás da academia, e Helne Bori Czerski Alves, 24 anos, que era funcionária do estabelecimento. Pelas informações iniciais, a explosão foi causada por um vazamento de gás no aquecimento da piscina. "Esse gás vazou em um porão ou em uma câmara ao lado da piscina. Ele ficou acumulado ali, e através de uma faísca, explodiu", afirmou o tecnológo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) Orlando Mutton. Essa faísca, segundo ele, pode ter sido causada por um simples interruptor ou até mesmo pela própria caldeira. "Isso foi um defeito que ninguém viu. A fiscalização ou a própria academia, deveriam ter percebido e chamado algum técnico, mas não perceberam", disse.
Fonte: Terra
Por Unknown | quarta-feira, 14 de maio de 2014 |
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A explosão terça-feira numa mina de carvão em Manisa, cidade do oeste da Turquia, matou 201 operários e centenas continuam presos sob a terra, indicou hoje o Ministério da Energia, acrescentando que os socorristas «correm contra o tempo» para salvar os mineiros soterrados.
As operações de busca continuam nesta manhã.
O ministro da Energia, Taner Yildiz, disse que 201 corpos já foram retirados do local. Entre os mais de 200 mineiros resgatados com vida, 80 estão feridos, incluindo quatro em estado grave.
No total, 787 mineiros ficaram presos na mina após a explosão.
Durante toda a noite, as equipas de socorristas retiraram feridos a conta-gotas, a maioria com graves dificuldades respiratórias.
Segundo Yildiz, quatro equipas estão a trabalhar na mina. O principal problema seria o fogo. Os bombeiros tentaram bombear ar para as galerias da mina onde os mineiros estão presos, cerca de dois quilómetros abaixo da superfície, e a uma distância de quatro quilómetros da entrada da mina.
Um fumo espesso dificulta o avanço das equipas. Os mineiros têm máscaras de oxigénio à sua disposição, mas não se sabe por quanto tempo podem sobreviver nessas condições, de acordo com a imprensa local.
Em declarações à imprensa, em Ancara, o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan expressou as suas «mais sinceras condolências» às famílias das vítimas.
«Alguns dos mineiros foram salvos, e espero que sejamos capazes de salvar os outros», declarou.
Fonte: Diário Digital
Por Unknown | segunda-feira, 12 de maio de 2014 |
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Cerca de 400 pessoas estavam a bordo da embarcação
Uma embarcação que transportava imigrantes ilegais naufragou hoje a sul da ilha italiana de Lampedusa, provocando várias vítimas mortais, noticiou a comunicação social italiana, indicando ainda que cerca de 200 imigrantes foram resgatados.
Segundo o canal SkyTV24 e a agência noticiosa italiana Ansa, lanchas da guarda costeira italiana retiraram entretanto vários corpos do mar.
O naufrágio ocorreu a cerca de cem milhas marítimas (160 quilómetros) a sul de Lampedusa, ao largo da Sicília (sul de Itália), a ilha italiana mais próxima da costa líbia.
A agência Ansa avançou igualmente que várias embarcações da marinha militar italiana, ao serviço da operação de salvamento “Mare Nostrum” (vocacionada para situações relacionadas com a imigração ilegal), e várias embarcações comerciais foram deslocadas para a zona do naufrágio.
Cerca de 200 imigrantes foram resgatados com vida e as operações de busca e resgate prosseguem no local. Não foi avançado, até ao momento, um balanço quanto ao número de mortos e feridos.
De acordo com o canal SkyTG24, cerca de 400 pessoas estavam a bordo da embarcação.
Fonte: Ionline
Por Unknown | domingo, 4 de maio de 2014 |
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Uma mulher de 33 anos foi amarrada e agredida por dezenas de moradores do bairro Morrinhos, no Guarujá, litoral de São Paulo, na tarde deste sábado (3). Segundo os agressores, a mulher teria sequestrado crianças na região.
Fabiana Maria de Jesus, que também foi arrastada no meio da rua, teve ferimentos graves e está internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Santo Amaro. O estado de saúde dela não havia sido informado até a publicação desta matéria.
De acordo com a família da vítima, Fabiana é casada e mora no bairro desde que nasceu.
A polícia afirmou que não há boletim de ocorrência sobre os sequestros. A agressão será investigada pelo 1º Distrito Policial.
Justiceiros
A ação de grupos de justiceiros tem ganhado cada vez mais repercussão no Brasil. Em fevereiro, um adolescente de 15 anos foi preso a um poste, deixado nu e agredido por um grupo de homens, no Flamengo, zona sul do Rio de janeiro. Ele e outros dois colegas eram suspeitos de ter roubado bicicletas na região. À polícia, o rapaz disse que foi atacado com capacetes, rasteiras e joelhadas por cerca de 30 pessoas.
Uma artista plástica postou fotos do adolescente no Facebook. A apresentadora do SBT Rachel Sheherazade fez um comentário dizendo que a atitude dos agressores "é compreensível" e, nas redes sociais, gerou polêmica sobre fazer justiça com as próprias mãos.
Outro caso emblemático aconteceu também no Rio de Janeiro, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Igor de Oliveira Falcão, de 20 anos, aparece em um vídeo sendo executado no meio da rua. Ele seria um assaltante da região.
R7
Por Unknown | domingo, 27 de abril de 2014 |
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O primeiro-ministro sul-coreano apresentou hoje a demissão, numa intervenção televisiva transmitida em direto, assumindo pessoalmente a responsabilidade pelo naufrágio do navio 'Sewol' a 16 de abril, que causou mais de 300 mortos e desaparecidos.
"Peço desculpa por ter sido incapaz de impedir este acidente de ter acontecido e de ter sido incapaz de gerir corretamente as suas consequências", disse Chung Hong-won que afirmou, em seguida, que, por isso, "devo assumir as minhas responsabilidades e pedir a demissão".
A Presidente Park Geun-hye já aceitou a demissão, mas esta só se tornará efetiva após a conclusão das operações de busca, indicou o seu porta-voz.
O Governo, assim como a maior parte das instituições oficiais relacionadas com o caso, têm sido alvo de fortes críticas das famílias das vítimas que acusam as autoridades de terem exagerado, nas suas declarações, a dimensão dos meios envolvidos em relação àqueles realmente presentes no local do acidente.
O número de mortos confirmados é agora de 188, mas 114 pessoas continuam desaparecidas, muito provavelmente no interior do navio que naufragou a 16 de abril, com 476 pessoas a bordo, das quais 325 estudantes liceais.
Onze dias após a tragédia, as equipas de salvamento perderam qualquer esperança de encontrarem sobreviventes e as famílias denunciam o ritmo a que, segundo estas, foram levadas a cabo as operações de recuperação dos corpos.
http://www.dn.pt/
Por Unknown | terça-feira, 22 de abril de 2014 |
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Os Acidentes de Trânsito no Feriado de Semana Santa e Tiradentes deixaram 136 PESSOAS Mortas los TODO O Pais. Uma Mídia de mortes FOI reduzida los 9% los Relação Localidade: Não Passado Ano, Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), Opaco divulgou Nesta terça-feira (22) o Balanço das Mortes e Acidentes NAS Rodovias Federais. Durante OS Cinco Dias de Feriado, FORAM Registrados 2.726 Acidentes - Que da resultaram da Nume Totais de 1.629 feridos. . Paraná, Minas Gerais e Bahia lideraram o ranking de de dos ESTADOS COM Número Mais de mortes Neste Ano, o Feriado Teve Um Dia a Mais Que Fazer nenhum Passado Ano, somando Cinco Dias - devido à Coincidência com o Feriado de Tiradentes. Segundo a PRF, o total de de de Acidentes, Mortos e feridos FOI calculado considerando hum Mídia Diaria ea Frota de Veículos. Sem Passado Ano, Entre a quinta-feira EO domingo de Páscoa, a PRF havia contabilizado 108 mortes e 2.429 Acidentes. Álcool O Nummer de mortes Diarias Parágrafo CADA Milhão de Veículos los 2014 ficou 0,33 contra 0,36 los los de 2013. Uma Redução Localidade: Não Nummer Totais de Acidentes ficou los 21%. Em 2013, FORAM contabilizados 8,26 Acidentes POR CADA dia Parágrafo Milhão de Veículos e, EM 2014, 6,54 Acidentes. De Durante fiscalizações Como, a PRF fez 56 mil testes de alcoolemia, Que flagraram MAIS de 1.109 bêbados Motoristas - destes, 266 Presos FORAM POR apresentarem grande QUANTIDADE de Álcool Localidade: Não Sangue. Segundo o gerente de Fiscalização do Órgão, Stênio Pires, JA se nota hum Mudanca Localidade: Não Comportamento Fazer Motorista, mas OS Números AINDA São assustadores - 3,3% das Mortes causadas embriagados FORAM POR Motoristas. - Apesar de O Numéro de testículos Aumentar, Como Prisões o Estação diminuindo, mas AINDA consideramos Muito Elevado número o de PESSOAS Que bebem e dirigem. Fiscalização Nos Cinco Dias de Feriado, FORAM fiscalizadas 183.585 Pessoas e MAIS de 184 mil Veículos. Segundo a PRF, Aplicadas Mais de 52 mil FORAM Multas - Contraditório grande POR Excesso de VELOCIDADE. Cerca de 150 utilizados Radares FORAM. Os Aparelhos flagraram Carros Opaco chegavam a Quase 200 kmh. Policiais de Os apreenderam 1.164 Carteiras. MAIS de 23% das vitimas morreram POR Colisão frontal causada indevidos POR ultrapassagem los CRP. Ja Como colisões transversais causaram 19% das Mortes e pedestres FORAM 15% Das vitimas. Uma Falta de Atenção EO Excesso de Velocidades FORAM responsáveis POR 49% dos Acidentes NAS Rodovias, Segundo a PRF.

Os Acidentes de Trânsito no Feriado de Semana Santa e Tiradentes deixaram 136 PESSOAS Mortas los TODO O Pais. Uma Mídia de mortes FOI reduzida los 9% los Relação Localidade: Não Passado Ano, Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), Opaco divulgou Nesta terça-feira (22) o Balanço das Mortes e Acidentes NAS Rodovias Federais.
R7
Por Unknown | sábado, 19 de abril de 2014 |
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O ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse hoje que a busca pelo Boeing-777 da Malaysia Airlines que desapareceu em março chegou a uma fase crítica neste fim de semana. Equipes de diversos países tentam encontrar a aeronave, que sumiu uma hora após decolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim, com 239 pessoas a bordo, em 8 de março. O último sinal dado pela aeronave ocorreu no sul do oceano Índico, onde se concentram as buscas.
"Os trabalhos de busca de hoje e amanhã se encontram em fase crítica. Pedimos a todos que rezem para que encontremos algo", disse o ministro. Na última quarta-feira, o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, disse que a busca no fundo do oceano Índico feita por um submarino não tripulado americano duraria apenas uma semana.
Hoje, o Bluefin-21 submergiu pela sétima vez em busca de sinais da aeronave, mas nada foi encontrado. O aparelho já fez buscas por uma área de 133 km desde que começou a passar pela região, na última segunda-feira. As equipes de resgate têm esperança de buscar sinais da caixa-preta da aeronave, cuja bateria ainda poderia persistir por mais alguns dias além de sua vida útil, de um mês.
Correio do Estado
Por Unknown | sexta-feira, 18 de abril de 2014 |
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Um terremoto de magnitude 7,2 atingiu o México nesta sexta-feira às 9h28 (hora local - 11h28 em Brasília), no estado de Guerrero, perto da cidade de Tecpan, ao norte de Acapulco.

O estado mais atingido teria sido Guerrero, mas também foi sentido na populosa Cidade do México e outros estados próximos como Puebla, causando evacuações de edifícios em meio às comemorações de Páscoa.
O terremoto teve epicentro no Estado de Guerrero, a noroeste de Acapulco, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), e ocorreu a uma profundidade de 24 quilômetros.
O chefe dos serviços de emergência do governo mexicano, Luis Felipe Puente, disse que não houve informações de danos e o Centro de Alerta do Pacífico dos EUA informou que não esperava que o terremoto provocasse um tsunami destrutivo.Imagem da USGS mostra ponto amarelado - onde terremoto atingiu com mais força nesta sexta-feiraFoto: USGS / Reprodução
O terremoto ocorreu a 265 km ao sudoeste da Cidade do México e houve um tremor de, pelo menos, 30 segundos.

"Há uma crise de pânico", disse Alicia Dominguez à AP, no escritório de proteção civil. "Os turistas são os mais abalados".
Autoridades de proteção civil estão patrulhando a cidade para verificar se há danos e vítimas. Na superpovoada capital mexicana, o prefeito Miguel Ángel Mancera informou sobre retiradas preventivas de edifícios.
"Este foi realmente forte", disse Gabriel Alejandro Hernandez Chavez , de 45 anos, guarda de um dos prédios no centro de Cidade do México. " E eu estou acostumado a terremotos".
Pessoas saíram de prédios e restaurantes na Cidade do México após
terremoto de 7,5 atingir paísFoto: AFP
Moradores da Cidade do México disseram que objetos caíram das prateleiras em suas casas e muitos ficaram sem energia. Alguns saíram às ruas de pijamas. Não havia relatos imediatos de vítimas ou danos graves.
Este foi um dos maiores terremotos a atingir o México em vários anos.
A Cidade do México é vulnerável até mesmo a terremotos distantes, porque muito é sentada em terreno de sedimentos lodosos em leitos de lagos drenados.
Um terremoto de magnitude 8,1 terremoto que ocorreu em 1985 matou pelo menos 6 mil pessoas e destruiu muitos edifícios da Cidade do México, e foi centrado a 400 quilômetros de distância, na costa do Pacífico.
Ainda não há relatos de vítimas ou danos.
Por Unknown | |
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Para especialistas ouvidos pela BBC Brasil o momento atual é propício ao surgimento de mais movimentos de paralisação em todo o país, devido a um “coquetel explosivo” que inclui perdas salariais, cenário econômico desfavorável, o estímulo da ida às ruas, a Copa do Mundo dentro de dois meses e a realização de eleições presidenciais em seis meses.

Mas eles acreditam que acordos com trabalhadores e servidores de segmentos cruciais como transportes e segurança devem impedir um travamento total do país durante o megaevento – cenário considerado como um “exagero”.
“O Brasil está num momento econômico delicado, mas permanecemos num discurso de crescimento e desenvolvimento, e estamos sediando grandes eventos internacionais. É natural que os trabalhadores queiram uma parte disso. Estamos em ano eleitoral, há tensões inflacionárias e houve perdas salariais, então é natural que haja toda essa movimentação”, acredita Adílson Marques Gennari, professor de Ciências Econômicas da Unesp.
“A Copa não criou essa conjuntura econômica. Acho um exagero dizer que haverá um levante total dos trabalhadores para bloquear a realização da Copa. Agora é claro que é um combustível, um ingrediente que potencializou tudo isso”, acrescenta.
Reta final
Nas Olimpíadas de Londres, em 2012, os motoristas de ônibus da capital britânica entraram em greve pouco antes da abertura dos Jogos, até conseguirem um bônus pelo trabalho extra durante o evento. Já na Copa da África do Sul, em 2010, milhares de trabalhadores dos mais variados setores interromperam suas atividades antes e durante o torneio, e muitos fizeram críticas pelos baixos salários e más condições dos contratos temporários.
O país africano não “parou”, mas houve tumulto e a necessidade de soluções emergenciais em mais de uma ocasião. No jogo entre Itália e Paraguai, por exemplo, no dia 10 de junho, na Cidade do Cabo, os “stewards”, vigilantes que deveriam fazer a segurança do estádio, cruzaram os braços e protestaram, e mais de mil cadetes policiais em treinamento foram enviados ao local para substituí-los.
No Brasil, o que se vê nesta reta final para a Copa em diferentes pontos do país é uma onda de greves e discussões sobre o uso de diferentes estratégias para aumentar a pressão sobre empresas e o governo. Há setores já paralisados, há os que fazem ameaças e ainda os que deram início a interrupções intermitentes, sinalizando que uma falta de acordo incorrerá em paralisação indeterminada após o torneio.
Em Brasília, os metroviários estão paralisados desde o dia 4; em Salvador, a Polícia Militar interrompeu o trabalho na última terça-feira; e na semana passada mais de 9 mil trabalhadores saíram em marcha no centro de São Paulo demandando redução da jornada de trabalho, melhorias e reajustes.
Oportunismo x demandas
As centrais sindicais negam “oportunismo” com a Copa e explicam que diversas categorias têm suas datas-base (período de vencimento das convenções coletivas, quando os aumentos anuais são negociados) nos próximos meses, o que aumenta a probabilidade de greves.
Entre elas estão trabalhadores dos setores de gastronomia, hotelaria e turismo, construção, vigilantes, além de vários ligados ao transporte (metroviários, rodoviários, aeroviários, aeronautas, motoristas e cobradores de ônibus, taxistas e motoboys).

Centrais sindicais negam “oportunismo” e alegam ter suas datas-base nesse período
“A greve não é um aproveitamento da situação. Trata-se de um instrumento para ser usado em última instância. Muitos vêm negociando há algum tempo”, diz Mauro Ramos, da UGT (União Geral dos Trabalhadores), que reúne 623 sindicatos e mais de 5 milhões de trabalhadores em todo o país.
Para Alci Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio e Serviços da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o objetivo não é atingir a Copa.
“As mobilzações podem ocorrer, sim, se os direitos forem desrespeitados. Não queremos atrapalhar o desenvolvimento do país, não somos baderneiros, e não estamos movimentando nenhum processo para prejudicar a Copa. Queremos que nossas demandas sejam atendidas, e que o legado inclua melhores condições de trabalho para o nosso setor”, diz.
Pedro Trengrouse, professor da FGV e consultor da ONU/PNUD para a Copa, diz que “existe realmente um componente de oportunismo, sim, mas que não é determinante, porque cada greve e protesto têm suas peculiaridades e intensidades diferentes”.
Setores cruciais
Elementos-chave para a Copa, quatro categorias também se posicionaram nos últimos dias. A Polícia Federal vai interromper o trabalho por 24 horas no dia 23 de abril, e adianta que pode parar 70% de seu efetivo em todo o território nacional durante o evento; os aeroviários e aeronautas estudam paralisações nos aeroportos de todo o país e os vigilantes tiveram reunião com a Fifa, em Brasília, na terça-feira, para exigir melhores condições e salários maiores.
No Rio, o sindicato dos vigilantes se antecipou e fez reunião na segunda-feira. Foram anunciadas “paralisações relâmpago” no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Aeroporto Santos Dumont e no Maracanã entre os dias 16 e 23 deste mês. Além disso, bancos, shopping centers e postos de saúde também poderão ficar sem segurança.
O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Jones Borges Leal, explica que a categoria deve entrar em greve às vésperas da Copa, mas que 30% do pessoal seguirá trabalhando, sobretudo os agentes de controle de passaporte nos terminais aéreos internacionais.
“Na verdade os aeroportos já funcionam hoje com efetivo irrisório. Não é a intenção fazer isso (interromper totalmente o serviço). Já fomos 15 mil e hoje somos apenas 10 mil policiais federais em todo o país”, explica, acrescentando que os servidores estão há sete anos sem aumento salarial.
Já o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Marcos José Moraes, diz que a perspectiva é de 99% de chances de greve. “Já reduzimos nossa demanda de 12% de reajuste salarial para 8%, mas as empresas só querem dar a recuperação do IPC, de 5,6%”, diz.
Ele adianta que um aeroporto fica impossibilitado de operar sem os aeroviários, responsáveis pelo check-in, bagagens e movimentação de aeronaves em solo.
Os aeronautas (comissários de bordo, comandantes, copilotos e engenheiros de voo) também já se mobilizam. Na quinta-feira, os funcionários da TAM se reuniram em quatro cidades (São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro), para estudar demandas e possibilidade de greve. Só na capital paulista mais de mil tripulantes aderiram ao movimento.
BBC
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Pelo menos doze sherpas nepaleses morreram e três ficaram gravemente feridos nesta sexta-feira ao serem soterrados por uma avalanche quando se dirigiam para um dos acampamentos base no Everest, informaram à Agência Efe fontes oficiais.
O deslizamento ocorreupor volta das 7h (horário local, 1h15 de Brasília) a cerca de 6.200 metros de altitude, quando aproximadamente 50 alpinistas, a maioria sherpas nepaleses, deslocavam-se do acampamento base I para o II, afirmou um alto funcionário do corpo de montanhista, Tilak Ram Pandey.
Os números iniciais indicavam nove mortos na avalanche (veja no vídeo ao lado).
O número de mortos pode aumentar, pois os operadores de turismo não confirmaram se há mais montanhistas desaparecidos, informou um funcionário do ministério do Turismo nepalês, Madhu Sudan Burlakoti.
Um porta-voz das equipes de resgate, Lakpa Norbu Sherpa, afirmou ao jornal 'Ekantipur' que o número de vítimas fatais é de 14 e que 13 dos corpos foram recuperados, enquanto 'um deles não poderá ser transportado até amanhã devido ao mau tempo'.
Os sherpas, que ajudam a escalada dos alpinistas, dirigiam-se para um acampamento base mais alto e alguns escaladores estrangeiros tinha se unido ao grupo para se aclimatarem com a altitude, como é habitual.
A temporada de escalada de primavera começou oficialmente em março, mas os primeiros alpinistas só iniciaram em abril a subir o Everest, a montanha mais alta do mundo, com 8.848 metros de altura.
Em setembro de 2012, em uma das piores avalanches dos últimos anos, na montanha Manaslu, no Himalaia, 11 alpinistas morreram, entre eles oito franceses e um espanhol.
Em novembro de 1995, um deslizamento no Everest deixou 26 montanhistas mortos, dos quais 12 eram japoneses e o restante nepaleses.
G1