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Presidente da Petrobras Distribuidora apresenta renúncia

Por Unknown | quinta-feira, 17 de setembro de 2015 | Postado em ,


A Petrobras informou em nota na noite desta quarta-feira (16) que o presidente da Petrobras Distribuidora (BR), José Lima de Andrade Neto, apresentou hoje sua renúncia, por motivos de saúde.

O Diretor Financeiro da BR, Carlos Alberto Tessarollo, que exerceu a presidência da companhia durante as férias de Andrade Neto, segue no exercício interino da função.

José Lima de Andrade Neto alegou motivos de saúde para deixar o cargo
José Lima de Andrade Neto alegou motivos de saúde para deixar o cargo


Andrade Neto ocupava o cargo desde 2009, quando deixou a secretaria de petróleo e gás do Ministério de Minas e Energia.

A permanência dele no cargo já era questionada pelo Conselho de Administração da Petrobras, que queria buscar alguém no mercado para preparar a empresa para abertura de capital.


Via JB

Manifestantes protestam na sede da Petrobras, no Rio

Por Unknown | segunda-feira, 24 de agosto de 2015 | Postado em ,



A estatal informa em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda-feira (24) que, conforme o Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da Petrobras, as obras da central de utilidades do Comperj que vai suportar a partida da unidade de processamento de gás natural (UPGN) estão em andamento. Esse conjunto de unidades está previsto para entrar em operação em outubro de 2017. Quanto ao projeto da Refinaria Trem 1, a Petrobras informou que está estruturando um modelo de negócios, que inclui parcerias para a conclusão do empreendimento.

Nesta segunda-feira (24), um grupo de políticos e trabalhadores do Comperj protestam em frente a sede da estatal contra a paralisação de obras e pedindo que pelo menos uma das refinarias tenham os trabalhos retomados.


De acordo com a Petrobras, as obras, que não estão paralisadas, seguirão a estratégia definida pelo PNG 2015-2019 e já estão com 85% de avanço físico. Atualmente, encontram-se em atividade cerca de 11.500 trabalhadores, em 21 grandes contratos de construção e montagem, informa a estatal.


Via JB

Conselho da Petrobras aprova venda de 25% da BR Distribuidora

Por Unknown | terça-feira, 18 de agosto de 2015 | Postado em , ,


A venda de 25% da BR Distribuidora foi aprovada pelo Conselho da Petrobras, com voto contrário do seu presidente, Murilo Ferreira, e do conselheiro que representa os funcionários da Petrobras, Deyvid Bacelar, segundo ata de reunião publicada na noite de segunda-feira (17).

A reunião do conselho que aprovou o plano para abertura de capital e venda de ações da BR Distribuidora foi realizada no dia 6 de agosto.

De acordo com a ata, em seu voto contrário Murilo Ferreira alegou que decisões adicionais precisam ser tomadas, incluindo a contratação de profissionais com experiência em vendas no varejo e a aprovação de um plano de negócios para a BR Distribuidora, antes que qualquer venda possa ser formatada.

Já Deyvid Bacelar afirmou que as condições de mercado não são propícias para uma venda e que a BR Distribuidora pode dar retornos melhores à Petrobras se o Conselho melhorar a governança ou buscar parcerias em vez de abrir o capital da empresa.

Conselho da Petrobras aprovou venda de 25% da BR Distribuidora
Conselho da Petrobras aprovou venda de 25% da BR Distribuidora
A estatal divulgou nota com informações complementares sobre a abertura de capital da Petrobras Distribuidora:

A Petrobras informa que, nos termos da Instrução CVM 480/09, publicou no sistema da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) certidão referente à reunião do Conselho de Administração, realizada em 06 de agosto de 2015, que deliberou sobre os seguintes temas relativos à abertura de capital da Petrobras Distribuidora (BR):

(i) recomendação que a BR apresente à CVM o pedido de registro de companhia aberta, na categoria "A" e apresente à BM&FBOVESPA o pedido de autorização para negociação de valores mobiliários no segmento de Novo Mercado;

(ii) aprovação, na qualidade de ofertante, da apresentação perante a CVM, do pedido de registro de oferta pública de distribuição secundária de ações de emissão da BR, correspondentes a 25% de seu capital social, e requerimento de opção de distribuição de lote suplementar (Green Shoe) e lote adicional (Hot Issue), no contexto da oferta pública;

(iii) recomendação que a BR aprove, perante à CVM, o pedido de registro de oferta pública de distribuição secundária de ações de emissão da BR, correspondentes a 25% de seu capital social.

A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta e a realização da mesma dependerá de condições favoráveis dos mercados de capitais nacional e internacional.

Fatos julgados relevantes sobre este tema serão tempestivamente comunicados ao mercado.

Petrobras: lucro é consenso mas economistas divergem sobre balanço superar o anterior

Por Unknown | quinta-feira, 6 de agosto de 2015 | Postado em , ,

Há um consenso entre especialistas de que a Petrobras deve apresentar lucro no segundo trimestre de 2015, mas as opiniões são divergentes em relação ao balanço superar os valores apresentados no período anterior. A empresa divulga resultados dos meses de abril, maio e junho após o fechamento do mercado financeiro nesta quinta-feira (6).

De acordo com projeção elaborada pela equipe econômica da Gradual Investimentos, o lucro líquido estimado da estatal será de R$ 4,060 bilhões, valor 22% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior. Em relação aos primeiros três meses de 2015, a queda projetada é ainda maior, de 23,83%.

A estimativa feita pela corretora não leva em consideração, no entanto, a despesa de R$ 1,4 bilhão que a companhia reconhecerá no resultado. O montante é referente a valor pago pela Petrobras à Receita Federal no último dia 16 de julho, por conta de autuação relativa a operações com controladas no exterior.

Por conta deste fato, o professor de economia do Ibmec, Alexandre Espírito Santo, tem a mesma opinião sobre lucros menores. Ele evita projetar valores, mas diz acreditar que o resultado será inferior ao observado no primeiro trimestre. "É complicado arriscar um número em função da questão cambial, que impacta muito a empresa por ter tem um custo alto de endividamento", diz, falando sobre a valorização do dólar, moeda usada de referência para a dívida da estatal.

No último balanço, divulgado em 15 de maio, a empresa apresentou lucro de R$ 5,33 bilhões. Desde então o dólar, que no dia encerrou cotado a R$ 2,99, já acumula alta de 16,7%, encerrando ao preço de R$ 3,49 nesta quarta.

A Gradual diz ainda esperar que a companhia apresente bom resultado operacional, impulsionado por menores custos de exploração. "Esperamos um impacto neutro sobre as ações da companhia", diz a publicação. Nesta quarta, os papéis da empresa encerraram em baixa de mais de 1% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Por outro lado, pesa a favor dos otimistas a divulgação de dados sobre produção de petróleo no mês de junho. Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção do pré-sal atingiu a marca de 900 milhões de barris pela 1ª vez em junho, com uma média de 2,997 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia. Desse montante, a Petrobras foi responsável por cerca de 92,7%.

Para o professor de economia da ESPM, Roberto Simonard, o resultado deve ser melhor que o anterior porque já vai refletir efeitos do "rearranjo na área financeira", promovido pelo presidente da companhia, Aldemir Bendine. "[A administração] está fazendo um trabalho de venda de ativos e melhorou o perfil da dívida. Houve renegociações e prazos foram alongados", diz.

No dia 24 de julho, o Conselho de Administração da petroleira aprovou a reestruturação e venda de ativos da Transportadora Associada de Gás (TAG). A diretoria também apresentou o cronograma para a oferta pública inicial de ações (IPO) da BR Distribuidora, prevista para ocorrer ainda este ano.

Também é um sinal positivo a recuperação de dinheiro desviado da empresa por esquemas de corrupção deflagrados pela Operação Lava Jato. No último dia 31, sexta-feira, R$ 69 milhões frutos de propinas recebidas pelo ex-gerente Pedro José Barusco Filho, entre 1999 e 2012, foram entregues de volta à empresa. A devolução de outra parcela de R$ 70 milhões, referente aos desvios de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento, também foi assinada.

Os valores, somados a R$ 157 milhões devolvidos para a Petrobras em maio, equivalem a apenas 4,77% do total de R$ 6,2 bilhões desviados, mas têm um maior valor simbólico maior. No dia da cerimônia de entrega, Bendine disse que há varias ações de devolução e acrescentou dizendo que há a perspectiva de se recuperar o valor total.

*Do programa de estágio do JB