Por Unknown | quinta-feira, 20 de agosto de 2015 |
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Pesquisadores da Ohio State University anunciaram a criação de um cérebro humano quase completo.
De acordo com a equipe de cientistas, o cérebro em miniatura tem a maturidade de um feto de cerca de cinco semanas.
Apesar de ser menor que uma bola de gude, o órgão dispõe de quase todos os tipos de células e todas as regiões de um cérebro completamente formado.
Rene Anand, chefe da equipe que fez a descoberta, disse que o cérebro foi criado a partir de células da pele adultas, que foram reprogramadas para se tornarem células-tronco.
Crédito: Ohio State University
Para continuar o desenvolvimento completo do cérebro, disse Anand, seria necessário criar uma rede de vasos sanguíneos que ainda estão além das possibilidades dos pesquisadores. Por ora, o órgão não "pensa", não tem estímulos sensoriais e nem consciência.
É sério?
Em geral, uma grande descoberta é apresentada à comunidade científica por meio da publicação de artigos em publicações de prestígio, devidamente revisadas por outros cientistas.
Mas, neste caso, Rene Anand preferiu apenas descrever o cérebro artificial durante um simpósio acadêmico que ocorreu na Flórida nesta terça (18).
Segundo o Guardian, Anand escolheu não abrir os dados da pesquisa porque estápatenteando as técnicas utilizadas para criar o cérebro.
Por isso, é difícil prever o real impacto da descoberta e a confiabilidade das informações disponibilizadas pelo criador do "minicérebro".
Afinal, sem a chamada revisão por pares -- quando cientistas colocam à prova dados apresentados em uma pesquisa -- não há como medir quanta verdade há nas afirmações de Anand.
Se as promessas se confirmarem, a técnica pode revolucionar a neurociência. O minicérebro pode ser bastante útil, por exemplo, para cientistas que estudam doenças de desenvolvimento, além de servir também para testes de novas drogas.
É possível, também, que qualquer paciente encomende um "cérebro-cobaia"particular a partir das próprias células da pele, a fim de diagnosticar problemas genéticos e dosar medicamentos sem procedimentos invasivos.
Por Unknown | quinta-feira, 23 de julho de 2015 |
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O Brasil decidiu cancelar unilateralmente o acordo bilateral que assinou com a Ucrânia em 2003 para a construção de um foguete lançador de satélites (Cyclone 4) e de um centro de lançamento na base de Alcântara (MA), segundo confirmaram nesta quinta-feira (23) fontes oficiais. O projeto recebeu um investimento de R$ 1 bilhão desde que foi iniciado o acordo de cooperação entre ambos países em 2004, sendo que os gastos foram divididos entre os países. Especula-se que as autoridades perceberam que o lançamento de satélites de grande porte não teria o retorno financeiro esperado.
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Imagem mostra como seria o foguete Cyclone 4,
que já estava praticamente pronto |
"Era melhor desfazer esta cooperação e encontrar outros parceiros, que ainda não foram determinados, para que possamos avançar na área aeroespacial", disse o ministro da Defesa, Jaques Wagner, em declarações que concedeu aos jornalistas durante o ato de apresentação de uma nova embarcação de pesquisa oceanográfica da Marinha no Rio de Janeiro.
Nos últimos meses uma comissão integrada por representantes dos ministérios brasileiros de Defesa, Ciência e Tecnologia e Relações Exteriores estudou as alternativas para levar adiante o projeto, disse Wagner, mas chegou à conclusão de que "era melhor desfazer esta cooperação".
O projeto desse foguete foi a prioridade da Agência Espacial Brasileira (AEB) em um projeto que reconstruiria o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) após o incêndio da base, no Maranhão, em 2003. Até então o foco do governo era o lançamento do VLS-1, um lançador de satélites menores, com alto envolvimento da indústria e pesquisa brasileiros.
Após a explosão da base, que matou 21 importantes técnicos e destruiu instalações, o projeto do VLS foi suspenso. Na tentativa de recuperação da base e com o objetivo de explorar o mercado de lançadores de satélites, o Brasil optou por focar na construção desse foguete maior, porém com tecnologia criticada mundialmente. O chamado Cyclone 4 seria maior que o VLS, capaz de lançar cargas mais pesadas como de satélites de telecomunicações (de até 800 kg e numa órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de distância).
A Ucrânia usa métodos ultrapassados e abolidos em grande parte do mundo para a propulsão do foguete. O propelente hidrazina é altamente tóxico e um acidente poderia causar diversas mortes e dano ambiental catastrófico. Uma vez que a intenção comercial era a de realizar diversos lançamentos, havia ainda a preocupação quanto ao transporte da hidrazina na região.
Transferência de tecnologia
As decisões brasileiras na área espacial foram sempre tomadas com o objetivo de se favorecer a transferência de tecnologia, e isso muitas vezes deixou o Brasil distante dos maiores fabricantes da indústria espacial, principalmente os europeus e americanos, que não concordavam com a transferência total da tecnologia. Porém, o projeto do Cyclone 4 era um acordo "entre Congressos dos países" e não havia sido uma decisão que partiu da Agência Espacial Brasileira (AEB), que nega que tenha ingerência no acordo.
Hoje, o ministro brasileiro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, que também participou do ato no Rio de Janeiro, afirmou que tratava-se de um "acordo comercial" entre ambos países, que não incluía nenhum tipo de "transferência" de conhecimento tecnológico, para "prestar serviços a terceiros países que estivessem interessados em pôr satélites em órbita".
O foguete em parceria com a Ucrânia era realizado através da constituição de uma empresa conjunta, a Alcântara Cyclone Space (ACS), cuja missão seria o desenvolvimento e a exploração da base mediante prestação de serviços de lançamentos espaciais tanto para o Brasil e Ucrânia, como para outras potências ou, inclusive, para clientes privados.
Mas, segundo fontes oficiais, perante a atual política do governo brasileiro de redução dos gastos públicos para fazer frente à estagnação da economia brasileira, para o país é inviável um projeto que, segundo se previa, seria deficitário durante os primeiros 20 anos.
Por outro lado, a atual crise política da Ucrânia, provocada pela anexação da Crimeia por parte da Rússia e que tinha levado à paralisação de sua participação econômica no projeto, também contou na decisão. Com isso, cada um dos países perdeu cerca de R$ 500 milhões cada, segundo os números oficiais.
Segundo algumas versões, o governo da Rússia pressionava pelo fim da cooperação espacial entre Ucrânia e Brasil, seu principal parceiro comercial na América Latina.
Wagner, no entanto, rejeitou que o fim do projeto se deva a questões políticas, já que o fim do acordo "foi decidido antes disso", apesar de admitir que "eventualmente o conflito agravou (a situação) já que este incluía muita tecnologia que é compartilhada entre Rússia e Ucrânia".
Destino de Alcântara
A base de Alcântara é muito cobiçada internacionalmente por causa de sua localização privilegiada, que permite o uso máximo da rotação da Terra para impulsionar lançamentos com economia de combustível de até 30%.
A previsão do projeto era que o complexo de lançamento espacial começasse a funcionar em 2015, mas neste momento as obras de ampliação mostram um evidente estado de abandono, o que provocou a deterioração de grande parte do trabalho já realizado.
Entre as opções para uma saída às instalações "que já foram levantadas, apesar de ainda não terem sido terminadas", é a possibilidade de alcançar um acordo com outro parceiro que bem poderia ser Estados Unidos, Rússia, China ou Europa. Há um empecilho com o governo norte-americano em que a ausência de um acordo de salvaguarda tecnológica impede que sejam lançados no Brasil satélites que contenham peças com tecnologia norte-americana, o que restringe brutalmente a operação comercial.
Com os americanos, segundo confirmou Rebelo, foram retomadas as conversas a respeito no marco da visita de Estado que a presidente Dilma Rousseff realizou a Washington no final do mês passado. Os países não conseguem entrar em acordo
Em 2000 chegou a ser assinado um acordo de colaboração em matéria aeroespacial com os Estados Unidos, mas finalmente não prosperou por que os americanos não quiseram compartilhar sua tecnologia com o Brasil.
(Com agência EFE)
Por Unknown | terça-feira, 3 de junho de 2014 |
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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Americana (Nasa) demonstraram pela primeira vez ser possível levar à Lua conexão à internet sem fio (Wi-Fi), com banda larga o suficiente para fazer a transferência de um vídeo em alta definição.
Os cientistas conseguiram vencer os 384,6 mil quilômetros que separam a Terra da Lua para transmitir dados. Enviararam arquivos da Terra para a Lua a uma velocidade de 19,44 Megabits por segundo (Mbps) e da Lua para Terra a uma taxa de transferência de 622 Mbps. Para isso, usaram uma tecnologia que fornece conexão à internet por meio de raios laser.

“Comunicações a altas taxas da Terra à Lua usando raios laser são desafiantes porque a distância de 400 mil quilômetros dissipa os raios de luz”, afirmou em nota Mark Stevens, um dos pesquisadores do Laboratório Lincoln do MIT, que conduziu a pesquisa.
“É duplamente difícil ir além da atmosfera, porque a turbulência pode dobrar a luz, causando um rápido desvanecimento ou quedas do sinal para o receptor”, diz. Para fugir das interferências, os pesquisadores usaram quatro telescópios localizados no Novo México.
Esses transmissores enviaram sinal para um receptor na órbita da Lua. Esse aparelho, por sua vez, possuía um telescópio embutido que coletava o sinal para retransmiti-lo para fibras óticas similares às usadas na Terra. A partir daí a conexão era amplificada 30 mil vezes. Outro aparelho convertia os pulsos de luz em estímulos elétricos, que eram transformados novamente em bits. São esses pacotes que contém as mensagens enviadas por meio da internet.
A equipe do MIT e da NASA irá apresentar novos detalhes da experiência em 9 de junho durante a Conferência de Lasers e Eletro-Óptica (Cleo, na sigla em inglês), que ocorre na Califórnia.
Via Gazeta 24horas
Por Unknown | segunda-feira, 2 de junho de 2014 |
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Curiosidades

No Egito, acaba de ser inaugurada uma réplica exata do túmulo de Tutancámon.
O faraó do Antigo Egito terá morrido jovem por volta 1 323 a.C. e tem alimentado a imaginação de várias gerações pelo facto de a sua sepultura ter sido encontrada quase intacta.
O túmulo tinha vindo a degradar-se devido ao elevado número de turistas curiosos em conhecer a raridade egípcia.
A inauguração da réplica contou com a presença do representante da União Europeia no Egito.
“É absolutamente único, é a primeira vez que vemos isto no Egito. Oferecem a possibilidade aos turistas no futuro de visitarem uma cópia perfeita do túmulo original. E acrescentaram elementos que ajudam as pessoas a perceber melhor quem era Tutancámon e como o túmulo foi descoberto. É um pequeno museu, além de ser um túmulo. Eu vi o original três ou quatro vezes e não consigo ver a diferença”, disse James Moran.
A construção da réplica é considerada como uma obra de arquitetura extremamente complexa e sofisticada.
Foi preciso medir milhões de pontos por cada metro quadrado para conceber a cópia.
A obra realizada por uma empresa espanhola implicou o uso de scaners laser que permitiram a reprodução exata da textura e das cores dos materiais.
Os últimos estudos indicam que Tutancámon era filho de Aquenáton e da própria irmã do pai. O jovem faraó subiu ao trono aos dez anos e faleceu aos dezanove, sem deixar descendência. Não há consenso nem certezas sobre as causas da morte.
O túmulo foi descoberto em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter e aberto no ano seguinte. No interior, foram encontradas ânforas que teriam contido vinho tinto e vinho branco.
Fonte: Euronews
Por Unknown | |
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Ciência
Você está acostumado a responder e-mails durante uma ligação? Aproveita o tempo de uma reunião para organizar a sua lista de afazeres? Executar várias tarefas simultaneamente pode parecer a solução óbvia para uma rotina extremamente atarefada, mas a escritora Margaret Moore, autora do livro Organize sua Mente, Organize sua Vida, defende que essa prática causa estresse ao cérebro e afeta negativamente o seu desempenho no trabalho.
“Nosso cérebro foi desenhado para focar todos seus recursos em uma tarefa por vez,” conta Moore. “Quando nos concentramos em uma ação, a memória funciona bem, cometemos menos erros e somos mais criativos – às vezes até brilhantes.” Usar o “software” organizacional do seu cérebro da maneira como ele foi projetado pode ajudar a se sentir mais focado e produtivo.
Em post no “The Daily Dose”, blog do site entrepreneur.com, Lisa Evans lista e explica cinco dicas de Moore para facilitar uma boa organização e eficiência mental.
1. Comece o seu dia com atividades que acalmem a mente. Da mesma forma que um atleta se alonga antes de competir, seu cérebro precisa de um aquecimento. Moore sugere a prática de atividades que tragam à mente um estado de calma, como um exercício físico, exercícios respiratórios, ouvir música ou simplesmente permitir que a sua mente divague por um período de tempo.
2. Programe tempos de “não perturbe”. Marque períodos de foco total durante o dia. Por exemplo: momentos em que você estiver em tarefas que exijam criatividade e pensamento estratégico. Mantenha sua atenção nessas horas, canalizando toda a sua energia na tarefa em questão, até que você esteja pronto para iniciar a próxima. Evite checar e-mails enquanto estiver nesse momento e coloque seu celular no modo silencioso para evitar perturbações.
3. Freie distrações. “Note uma distração, respire fundo e tome a decisão consciente de continuar focado. Siga a distração somente se for algo urgente, em vez de deixar que ela roube sua atenção”, diz Moore.
Se a tecnologia for a sua principal fonte de dispersão, programe um tempo para olhar e-mails. “Pratique períodos livres de tecnologia para amainar a necessidade de checar e-mails constantemente”, diz Moore. Além disso, simplifique o seu fluxo de trabalho para evitar que você mesmo gere distrações. Feche documentos nos quais você não está trabalhando ativamente e faça esforço consciente para colocar sua atenção completa em cada tarefa.
4. Faça pausas cerebrais frequentes. “Encoraje a sua mente a viajar e mova o seu corpo para refrescar o seu cérebro”, aconselha Moore. Esses intervalos devem ter a frequência que o seu estado físico e emocional exigir. Dê uma caminhada rápida ou faça exercícios de alongamento na sua mesa. Não imagine que fazer pausas irá sacrificar sua produtividade. “Algumas das ideias mais produtivas virão quando você descansar seu foco”, diz Moore.
5. Abasteça o seu cérebro. Exercícios regulares melhoram a capacidade de atenção e memória. Além de esforço físico, o seu cérebro precisa de certos nutrientes para atingir seu desempenho máximo. Em dias de maior atividade cerebral, aposte em fontes de proteína, como ovos, carnes brancas e alimentos que contenham gorduras boas e ômega-3, como nozes.
Xtudo
Por Unknown | quinta-feira, 8 de maio de 2014 |
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Curiosidades,
Noticias
O bebê Ruben Weber-Jackson pode respirar normalmente após duas complicadas cirurgias feitas há quase um ano naInglaterra. No segundo procedimento, os médicos usaram um tecido retirado de um coração de vaca para reparar os buracos no coração da criança, o que dificultava a respiração do recém-nascido.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o bebê estava prestes a completar duas semanas de vida quando sua mãe, Petra Weber-Jackson, de 29 anos, percebeu que ele passou a respirar com dificuldade.
"Eu tinha um sentimento que algo não estava certo. Ele estava respirando engraçado, mas eu pensei que eu estava apenas sendo paranóica", contou.
Os exames mostraram que a respiração do bebê estava sendo afetada por dois buracos em seu coração.
Hoje, prestes a completar um ano, a criança vive saudável com a mãe, o pai, Mike Jackson, de 40 anos, e os dois irmãos: William, de 7, e Johannes, de 4 anos.
Ruben vive saudável (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Fonte: http://www.redetv.uol.com.br/
Por Unknown | sexta-feira, 18 de abril de 2014 |
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Ciência

Cientistas japoneses afirmam ter descoberto no Brasil um inseto fêmea com pênis. Esta é a primeira vez que especialistas identificaram um animal do sexo feminino que também carrega o órgão masculino.
Já os machos possuem aberturas como vaginas e são penetrados pela fêmea, que suga esperma e alimento (fluidos seminais nutritivos).
O acasalamento dura de 40 a 70 horas, os pesquisadores relatam na revista Current Biology.
"Apesar da inversão do papel sexual já ter sido identificada em vários animais diferentes, o Neotrogla é o único exemplo em que o órgão sexual também é trocado", disse o principal autor do estudo, Kazunori Yoshizawa, da Universidade de Hokkaido, no Japão.
Os insetos - de quatro espécies distintas do gênero Neotrogla - foram encontrados em cavernas no leste do Brasil, em Minas Gerais, Bahia e Tocantins. O pênis da fêmea foi apelidado de "gynosome".
Uma vez dentro de um macho, a parte membranosa do gynosome infla e, com inúmeros espinhos, mantêm os dois insetos grudados.
Quando os pesquisadores tentaram separar o macho da fêmea, o abdômen dele foi arrancado do tórax sem quebrar o acoplamento genital.
A inversão incomum de papéis pode ter sido impulsionada pelo ambiente pobre de recursos em que os animais vivem, especulam os pesquisadores. Neste caso, a fêmea aproveita o acasalamento também para se alimentar.
Esses insetos curiosos oferecem novas oportunidades para testar ideias sobre seleção sexual, conflito entre os sexos, e a evolução dessa novidade.
"Será importante desvendar por que, entre tantos animais com papéis sexuais invertidos, apenas os insetos Neotrogla desenvolveram um pênis feminino elaborado", disse Yoshitaka Kamimura, da Universidade de Keio, no Japão.
A primeira tarefa dos cientistas agora será estabelecer uma população saudável desses insetos em laboratório.
Notícias Terra