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Apps de saúde vieram para ficar, e médicos precisam lidar com isso

Por Unknown | sábado, 23 de janeiro de 2016 | Postado em , ,


Basta navegar rapidamente na loja de aplicativos do seu smartphone para perceber que existem milhares deles voltados para a saúde: orientações sobre nutrição, alertas para ingestão de remédios e até ferramentas que reúnem informações sobre o histórico médico do paciente.

O número de downloads cresce: uma pesquisa feita pela Flurry Insights, pertencente ao Yahoo!, mostrou que em seis meses, entre 2013 e 2014, o uso dessas ferramentas aumentou 62%.

Para o doutor em bioengenharia da Politécnica de Milão, Enrico Caiani, essa é uma tendência que veio para ficar, pois as ferramentas podem ajudar pacientes a modificarem hábitos e aderirem ao tratamento. "Aplicativos podem ajudar você a manter o cuidado com a sua saúde."

Apesar de alguns profissionais começarem a adotar essas ferramentas, falta familiaridade e sobra desconfiança por parte dos médicos na hora de incluir aplicativos no tratamento dos seus pacientes.

A restrição em 'prescrever' o uso de aplicativos médicos para seus pacientes está relacionado com a falta de regulação clara dessa tecnologia. No caso do Brasil, o CFM (Conselho Federal de Medicina) confirma que o tema, bastante novo, sequer foi discutido pelo órgão da classe médica.
Apps ajudam em diagnóstico e acompanhamento

A partir deste mês, os pacientes que sofrem de fibromialgia –síndrome que causa fortes dores no corpo—terão à disposição um aplicativo que ajuda a monitorar a doença. O FIQr (Questionário de Impacto na Fibromialgia - revisado) traz 21 perguntas que devem ser respondidas semanalmente pelo paciente e são enviadas diretamente para o e-mail do médico.

"Assim, o profissional pode medir, em uma escala de 0 a 100, quais os impactos das dores na vida do paciente e se ele está evoluindo bem ao tratamento, já que a questão da dor é bastante subjetiva. O aplicativo é uma tentativa de objetivar a doença", explica o reumatologista Roberto Heymann, um dos responsáveis pela ferramenta.

A iniciativa foi criada pela SBR (Sociedade Brasileira de Reumatologia) em parceria com o laboratório Pfizer, e estará disponível na Apple Store.
Histórico médico

O diretor da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Carlos Eduardo Suaide Silva, diz que um dos maiores problemas enfrentado pelos cardiologistas clínicos é a não adesão ao tratamento da hipertensão arterial. "Esses aplicativos poderiam ajudar bastante mostrando aos pacientes como está sua pressão, lembrando os horários dos remédios, etc." afirma.

O comerciante Eduardo Gonçalves, 58, adotou um aplicativo para ajudar a mão de 84 anos a lembrar os horários dos remédios que ela precisa tomar. O app SaúdeControle reúne também informações clínicas dela, que vão desde o tipo sanguíneo até os exames laboratoriais realizados.

Gonçalves conta que conheceu a ferramenta em uma conversa com amigos e começou a testar com o pai, que sofria do Mal de Alzheimer e acabou morrendo no ano passado, após sofrer um acidente doméstico. "Ele foi levado para um hospital público e as informações do aplicativo foram usadas pelo médico da emergência para tratá-lo da melhor maneira", diz.
No Brasil, ainda não há regras

Em 2015, o FDA (Food and Drugs Administration) – a Anvisa dos EUA – editou um documento sobre aplicativos de saúde. O órgão regula ferramentas ligadas a doenças que podem colocar em risco a vida dos pacientes. Ou seja, todos os aplicativos que usam "luzes, câmera, vibração e outros recursos para realizar funções de dispositivos médicos", a exemplo do medidor de pressão arterial.

Os que podem ter funções médicas, mas que possuem baixo risco à saúde do paciente - como os que ajudam o paciente a parar de fumar, por exemplo -, não são fiscalizados.

No Brasil, A Anvisa informa que o tema ainda é novo no país e, por isso, a agência ainda não possui regras específicas para aplicativos dessa natureza. O órgão se restringe a analisar apenas programas ou outros softwares quando associados diretamente a um equipamento de saúde, como os usados para fazer exames diagnósticos.

Brasil tem 3 mil casos suspeitos de microcefalia relacionada ao Zika

Por Unknown | terça-feira, 5 de janeiro de 2016 | Postado em ,


Mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, febre chikungunya e Zika
Dados divulgados hoje (5) pelo Ministério da Saúde mostram que foram notificados 3.174 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika em recém-nascidos. Pela primeira vez está sendo investigado um caso no estado do Amazonas. As notificações estão distribuídas em 684 municípios de 21 unidades da federação. Também estão em investigação 38 óbitos de bebês com microcefalia, possivelmente relacionados ao vírus Zika.

O Ministério da Saúde só tem divulgado o número de casos em que há suspeita de que o recém-nascido tem microcefalia relacionada ao vírus Zika. Os bebês têm o quadro confirmado ou descartado depois que passam por exames neurológicos e de imagem, como a ultrassonografia transfontanela e a tomografia, porém, desde que começou a divulgar semanalmente boletins, a pasta tornou publica a confirmação de 134 casos e o descarte de 102.

O estado de Pernambuco, o primeiro a identificar aumento de microcefalia, continua com o maior número de casos suspeitos (1.185), o que representa 37,33% do total registrado em todo o país. Em seguida, estão Paraíba (504), da Bahia (312), Rio Grande do Norte (169), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (139), Mato Grosso (123) e Rio de Janeiro (118).

Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre de 2015, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.

Porém, no dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.

A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.


Via EBC

Anvisa aprova registro da primeira vacina contra a dengue no Brasil

Por Unknown | segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 | Postado em , ,


Saiu hoje (28) a aprovação do registro da primeira vacina contra a dengue no Brasil: a Dengvaxia, da francesa Sanofi Pasteur. Embora liberada para comercialização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda falta a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos definir o valor de cada dose, processo que dura em média três meses, mas não tem prazo máximo.

Inicialmente, o medicamento será disponibilizado para a rede particular de laboratórios. Definido o preço, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS vai avaliar se vale a pena incorporar o produto ao sistema público de imunizações. O governo vai avaliar custo, efetividade e impactos epidemiológico e orçamentário da incoporação da vacina ao Sistema Único de Saúde.

A vacina é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e protege contra os quatro tipos do vírus da dengue. A promessa do fabricante é de proteção de 93% contra casos graves da doença, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra todos os tipos do vírus. O medicamento deve começar a ser vendido no país no primeiro semestre de 2016 e a capacidade de produção do laboratório é de 100 milhões de doses por ano.

O imunizante deve ser aplicado em três doses, com intervalos de seis meses, porém, de acordo com a diretora médica da Sanofi, Sheila Homsani, a partir da primeira dose o produto protege quase 70% das pessoas. “A vacina tem eficácia a partir da primeira dose, protegendo em torno de 70% dos imunizados. A necessidade das outras doses vem porque a proteção vai caindo com o tempo, não se mantém sem as outras duas. A proteção só se mantém por muitos anos quando se tomam as três doses”, explicou Sheila.

No começo deste mês, o México foi o primeiro país a registrar a vacina contra a dengue da Sanofi, por enquanto, a única registrada no mundo. Em seguida o produto teve liberação nas Filipinas. O Brasil é o terceiro país a ter o registro do imunizante. O desenvolvimento clínico do produto envolveu mais de 20 estudos, e mais de 40 mil participantes, entre crianças, adolescentes e adultos, em 15 países.

Dados do Ministério da Saúde mostram que até a primeira semana de dezembro, 839 pessoas morreram em decorrência da dengue, um aumento de 80% em relação a 2014.


Via EBC

Mulher consegue liminar para ter cápsulas de suposta cura do câncer

Por Unknown | quinta-feira, 22 de outubro de 2015 | Postado em ,




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Bruno sofre de câncer e tem 13 tumores na
cabeça (Foto: Ana Rosa / Arquivo Pessoal)


Uma moradora de Botucatu (SP) ganhou uma liminar da Justiça para conseguir cápsulas de fosfoetanolamina sintética para o filho que sofre de câncer. Ana Rosa Natale acredita que substância que promete curar todos os tipos de tumor seja a solução para salvar Bruno Kayran, de 27 anos. No entanto, ela terá que esperar dois meses para obter o suposto medicamento.




Distribuída pela USP de São Carlos por causa de decisões judiciais, a fosfoetanolamina, alardeada como cura para diversos tipos de câncer, não passou por testes em humanos necessários para se saber se é mesmo eficaz, e por isso não é considerada um remédio, como destaca a própria universidade. Ela não tem registro na Anvisa e seus efeitos nos pacientes são desconhecidos. Tampouco se sabe qual seria a dosagem adequada para tratamento. Relatos de cura com o uso dessa substância não são cientificamente considerados prova de eficácia, já que não tiveram acompanhamento adequado de pesquisadores.

Para conseguir a cápsula, Ana diz ter feito até greve de fome em frente do campus da USP.“Eu decidi por uma greve de fome porque meu filho está esperando por essa medicação.”

Apesar de ter ganhado na Justiça, a previsão de chegada tem preocupado a mãe, que alega que o filho não tem tempo suficiente. “A esperança é que ele seja curado porque eu acredito nessa substância, mas a pessoa responsável pela distribuição disse que demoraria dois meses. O meu filho não tem esse tempo de espera. Ele está em fase terminal”, diz Ana.

Bruno tem 27 anos, é musico e teve melanoma, um tipo de câncer de pele, em 2011, mas foi controlado com tratamento. Porém este ano a doença voltou com 13 tumores na cabeça.

Ele se trata no Hospital do Câncer de Jaú, mas para a mãe, a única esperança, é o remédio desenvolvido no Instituto de Química da USP, em São Carlos. A mulher encerrou a greve, mas mesmo assim não recebeu o medicamento ainda.

Não é remédio

A reitoria da USP emitiu uma carta dirigida a pacientes com câncer que estão requisitando à universidade cápsulas da fosfoetanolamina, anunciada pelo professor de química, Gilberto Chierice, aposentado pela universidade, como cura para o câncer. Segundo o documento, essa substância não é remédio.

O comunidado diz que a USP não desenvolveu estudos sobre a ação do produto nos seres vivos, muito menos estudos clínicos controlados em humanos. Não há registro e autorização de uso dessa substância pela Anvisa e, portanto, ela não pode ser classificada como medicamento, tanto que não tem bula.

Autor: www.conews.com.br

'Brasil pode se tornar país mais obeso do mundo em 15 anos'

Por Unknown | quarta-feira, 26 de agosto de 2015 | Postado em , ,




Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde trouxe dados sobre a obesidade infantil no Brasil e a alimentação das crianças que gerou alarme e preocupação.


Entre os dados que mais chamaram atenção está o fato de que 32,3% das meninas e meninos brasileiros menores de 2 anos tomam refrigerante e suco de caixinha e que 60,2% deles comem bolacha recheada, biscoitos e bolos prontos.

Mas para o endocrinologista brasileiro Walmir Coutinho, que preside a World Obesity Federation (organização que reúne profissionais e organizações de mais de 50 países), esses dados alarmantes são só a ponta de um iceberg que é a epidemia de obesidade.


Um problema que, segundo ele, pode levar o Brasil a se tornar o país mais obeso do mundo em 15 anos - e as crianças brasileiras estão na mira.


O médico aponta o dedo para "ações insuficientes do governo", para "escolas omissas", para o marketing que bombardeia crianças com propagandas ligadas a alimentos nada saudáveis - e alerta para os danos físicos e psicológicos nas crianças obesas. Confira os principais trechos da entrevista.

BBC Brasil - O que significa ter metade das crianças pequenas brasileiras comendo bolachas e boa parte delas bebendo refrigerante e suco artificial?

Coutinho - Esses dados dão a medida de uma tendência que outros estudos já haviam mostrado. O consumo excessivo de alimentos e bebidas pouco saudáveis estão hoje é um problema seríssimo no Brasil. E, se continuarmos nesse ritmo de crescimento da obesidade, seremos o país com mais obesos do mundo em 15 anos.

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Image caption Impacto psicológico que a obesidade pode provocar nas crianças muitas vezes é menosprezado


BBC Brasil - E esse risco também atinge as crianças?

Coutinho - Certamente. A obesidade infantil no Brasil é um cenário muito preocupante, em que algumas ações foram tomadas mas elas ainda estão longe de serem suficientes. É preciso se fazer muito mais. Para começar, nossas crianças são alvo de uma pressão exagerada da mídia e do marketing que incentivam o consumo desses produtos.



BBC Brasil - Mas e ações não diretamente ligada a crianças, como a que ocorreu em um jogo recente do Corinthians (jogadores causaram polêmica ao usar meiões de uma campanha em parceria com uma rede de fast food), também são prejudiciais?

Coutinho - Claro, porque de uma maneira ou de outra isso acaba atingindo as crianças que estão assistindo ao jogo. Nossa organização prega uma ética nas ações de marketing e isso envolve não direcionar essas campanhas a crianças.

BBC Brasil - Olhando o lado da alimentação da criança brasileira, quem são os principais vilões atualmente?

Coutinho - Há os vilões invisíveis, especialmente suco de fruta artificial e iogurte. O pai e a mãe acham que estão dando algo saudável para as crianças, mas são produtos que tem muitíssimo açúcar. Fora isso, é preciso lembrar que os alimentos mais baratos são os que mais engordam.

BBC Brasil - E como isso é prejudicial?

Coutinho - É um fenômeno chamado de transição nutricional, em que as pessoas que conseguem superar a falta de alimentos começam a ter acesso aos produtos mais baratos, que costumam ser altamente industrializados. Sair do supermercado com saquinho de batata frita, salgadinhos, biscoitos e chocolates é mais barato do comprar frutas e verduras. A população de baixa renda também costuma ter menos tempo e infraestrutura para praticar atividade física.


BBC Brasil - Quais alternativas que poderiam mudar esse cenário? Taxar alimentos poucos saudáveis, como aconteceu na França, com a chamada "taxa da nutella"?

Coutinho - Eu vejo com bons olhos essas iniciativas, mas pra que elas sejam mais justas e mais efetivas, o valor arrecadado com esses impostos deve ir diretamente para o subsídio de alimentos saudáveis. Sem isso, não adianta.
Image copyright BBC World Service
Image caption Violência no Brasil obriga muitas crianças a ficarem em casa e trocarem atividades físicas ao ar livre por telas da TV e de celulares


BBC Brasil - E punir os pais, é uma alternativa? Há casos em que inclusive pais perderam temporariamente a guarda de filhos obesos, por serem acusados de não fazerem o suficiente para a criança emagrecer.

Coutinho - Esse tipo de medida é muito polêmica, não só no que diz respeito à obesidade, mas também a outros tipos de negligência. Mas o outro lado da moeda é que há crianças obesas cujos pais não têm nenhuma culpa, no casos de uma tendência genética, por exemplo. Então, acho que só seria efetiva se fosse analisado caso a caso detalhadamente.

BBC Brasil - Agora, falando de atividade física. As crianças brasileiras também estão sendo negligenciadas nesse aspecto?

Coutinho - Claro. Basta ver que tipicamente nas escolas só se tem atividade física uma vez por semana. Isso é inaceitável. Além disso, a violência urbana faz com que muitas crianças fiquem presas em casa, na frente da TV, não conseguem ir a pé nem de bicicleta para a escola.

BBC Brasil - Quais os principais impactos em alguém que passa pela infância sendo obeso?

Coutinho - O impacto na saúde da criança é mais conhecido. A obesidade traz problemas graves como hipertensão arterial muito alta, problemas osteoarticulares em partes do corpo como joelho, coluna e tornozelo, além de asma e diabetes.


Mas também é o lado psicológico, que muitas vezes é subvalorizado. As pessoas não se dão conta do impacto psicológico de apelidos dados a essas crianças, do isolamento que elas vivem, e de estereótipos como o menino gordinho que só pode jogar no gol, por exemplo. São situações que causam traumas que podem ser levados para a vida adulta.
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Image caption Especialista diz que sucos de caixinha e iogurte são inimigos invisíveis, já que pais acham que estão oferecendo alimento saudável



BBC Brasil - Mas afinal, de quem é a culpa, das escolas, dos pais, do governo?

Coutinho - O desafio da obesidade no mundo é comparável ao do aquecimento global, por sua complexidade e por envolver diversos fatores e atores. Governo, comunidade científica, pais e a sociedade como um todo.

É claro que, no Brasil, a escola tem culpa. Muitas são extremamente omissas. Se, por um lado, alguns Estados já têm leis proibindo a venda de guloseimas e refrigerantes nas escolas, por outro, há escolas que vão no caminho contrário. No Rio, a lei que proíbe refrigerante só vale nas públicas. Em muitas das particulares, a pressão do dono da cantina fez com que o refrigerante fosse liberado.

BBC Brasil - E o governo?

Coutinho - Todos os níveis do governo precisam estar envolvidos, incluindo o Legislativo e o Judiciário. O governo tomou algumas medidas interessantes, mas são insuficientes. E algumas das ações que têm por objetivo o aquecimento da economia acabam prejudicando o cenário da obesidade no país.

Um exemplo é a redução dos impostos de carros e geladeiras - itens que trazem conforto mas que estão relacionados à obesidade. É preciso pensar na saúde pública quando se quer estimular as vendas.




Via BBC

Campanha de vacinação contra Pólio segue até o dia 31 deste mês

Por Unknown | segunda-feira, 24 de agosto de 2015 | Postado em ,


Divulgação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, doença popularmente conhecida como paralisia infantil, segue sendo realizada até o dia 31 deste mês. A imunização, voltada a crianças com idade entre seis meses e cinco anos, acontece em postos de saúde de todas as cidades.

A meta de cada município é atender 95% das crianças integrantes do público-alvo da campanha. A vacinação é gratuita. Para que a imunização seja feita, pais ou responsáveis, devem apresentar a carteirinha de vacinação da criança pois, além de anotar a aplicação da dose, os profissionais poderão verificar se a criança está com alguma vacina atrasada.


Via PP

Primeira vacina 100% eficaz contra o Ébola testada na África

Por Unknown | sexta-feira, 31 de julho de 2015 | Postado em ,

Uma vacina experimental contra o vírus Ébola revelou-se 100% eficaz após testada em mais de 4.000 pessoas contagiadas na Guiné-Conacri, anunciou hoje a Organização Mundial de Saúde.

Primeira vacina 100% eficaz contra o Ébola testada em África

«Uma vacina eficaz contra o vírus do Ébola encontra-se [agora] disponível a nível global», lê-se no comunicado divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que indica «um avanço muito promissor».

Os primeiros resultados publicados na revista científica do Reino Unido, The Lancet, revelam que a vacina VSV-ZEBOV demonstrou uma eficácia de 100% durante os dez dias seguidos em que foi aplicada numa pessoa não contagiada, mas a coabitar com pessoas infetadas, salienta o documento.

A vacina foi desenvolvida pela Agência de Saúde Pública canadiana (PHAC, na sigla inglesa) e a licença foi registada pelos laboratórios norte-americanos Merck e NewLink Genetics Corp.
O teste foi conseguido devido a uma grande cooperação internacional que envolveu a OMS e especialistas da Noruega, França, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido e Guiné-Conacri.
"Se os resultados [continuarem] a confirmar-se esta nova vacina poderá ser a cura milagrosa contra o Ébola e contribuir para parar o surto atual e, futuramente, erradicar epidemias deste tipo", salientou, por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros norueguês, Borge Brende.

A epidemia do Ébola na África Ocidental, a mais grave após a identificação do vírus na África Central em 1976, começou em dezembro de 2013 no sul da Guiné-Conacri, tendo causado 11.279 mortos em 27.748 casos, segundo os dados da OMS.

Mais de 99% das vítimas concentram-se na Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria, onde o surto da doença desorganizou os sistemas de saúde, devastando as economias e fazendo fugir os investidores.

A vacina VSV-ZEBOV fazia parte de uma das duas vacinas mais avançadas contra o vírus do Ébola, tendo a outra sido desenvolvida pelo laboratório inglês GSK (GlaxoSmithKline) em parceria com o Instituto Americano de Alergias e Doenças Infeciosas (NIAID na sigla inglesa), e testada na Libéria.


Diário Digital com Lusa

Cuidados para manter o Vírus Zika longe

Por Unknown | terça-feira, 28 de julho de 2015 | Postado em ,

Os últimos dados da Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso indicam que houve um aumento de 85,08% nos casos notificados de dengue de um ano para cá. Em 2015 já foram contabilizados 15.954 casos da doença, no ano anterior esse número era de 8.620. Até agora há quatro casos confirmados que levaram ao óbito e ainda existem sete mortes sob investigação. Além disso há um caso confirmado de febre chikungunya importada e ainda há 171 casos suspeitos da mesma doença registrados no estado. Esse contexto abre espaço para mais uma doença, semelhante, que chegou no País em outubro do ano passado e também merece atenção: a febre Zika.
  

Cuidados para manter o Vírus Zika longeDe acordo com a Natasha Slhessarenko, diretora-médica do laboratório Cedic Cedilab, a maior semelhança entre as três doenças está no transmissor: o mosquito Aedes aegypti. “Além disso, clinicamente elas têm muito em comum. As três doenças começam com febre, dor no corpo e dor de cabeça. As diferenças começam a aparecer apenas nos quadros de evolução de cada doença”, explica a médica.

As maiores diferenças entre as doenças são sutis, é o que indica a médica: “A Zika tem um quadro bem mais brando, se assemelhando muito com a gripe por exemplo, com dor de cabeça, dor nas articulações, conjuntivite, dor de garganta, febre leve, irritação da pele, normalmente algumas manchas avermelhadas pelo corpo, náuseas e dor muscular, com cura espontânea em 5 dias”, reforça.

Já no caso da Chikungunya, causada pelo vírus CHIKV, a especialista informa que o maior diferencial, está no seu acometimento das articulações. “O vírus Chikungunya avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local. Já a dengue é caracterizada mais fortemente pelas dores musculares”, revela a médica.

Confirmação do vírus pelo sangue

A especialista informa que muitas vezes o médico pede exames laboratoriais para confirmar ou não a suspeita já que a diferenciação no quadro clinico destas doenças muitas vezes é bem sutil. “O exame de sorologia é usado para determinar por qual vírus a pessoa foi infectada. A partir do quinto dia após a infecção, o organismo começa a produzir anticorpos para combater o vírus. Este exame detecta justamente a presença destes anticorpos no sangue. Por isso que ele só pode ser feito após a primeira semana”, narra.

Como o exame de sorologia só se mostra positivo dias após o início dos sintomas, a médica indica também, dependendo do caso, a utilização de um teste mais específico, chamado PCR ou teste molecular. “Ele é capaz de detectar o material genético do vírus no sangue do paciente mais precocemente”, esclarece.

Slhessarenko afirma que a melhor forma de se prevenir contra as febres Zika, Chikungunya e Dengue ainda é por meio do combate dos mosquitos Aedes, com o uso de inseticidas, repelentes, telas nas janelas e campanhas de prevenção. Isso porque estimativas mostram que 90% dos focos do mosquito Aedes Aegypti estão localizados nas casas das pessoas.



Via

Aumentam os casos de tumores de cabeça e pescoço causados pelo HPV

Por Unknown | quinta-feira, 16 de julho de 2015 | Postado em ,

Antes mais comuns em homens com mais de 50 anos, fumadores e consumidores habituais de bebidas alcoólicas, os tumores de língua, céu-da-boca, faringe, laringe e amígdala, genericamente chamados de tumores de cabeça e pescoço, estão a aparecer em pessoas mais jovens, entre os 30 e 45 anos, que não fumam e não bebem ou bebem pouco.


Aumentam os casos de tumores de cabeça e pescoço causados pelo HPV
Médicos e cientistas concluíram que o papiloma vírus humano, o HPV, microrganismo geralmente encontrado em qualquer pessoa em algum momento da vida, deve ser o causador de infecções que facilitam a formação desses tumores.


Se há 10 anos o HPV respondia por 25% dos casos de cancro da amígdala, um dos mais frequentes nessa região, hoje está associado a 80% desses tumores, de acordo com estudos recentes realizados por especialistas do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo, e reiterados por outros grupos de pesquisa.


Antes desses trabalhos, o HPV era mais conhecido como o principal agente causador de verrugas genitais e de cancro do colo do útero – o terceiro tipo de tumor mais comum em mulheres, depois do da mama e cólon e reto – e, raramente, de tumores de pénis e ânus, este último mais frequente em homossexuais e bissexuais. O facto de agora estar a ser associado a tumores na região da cabeça e do pescoço deve-se possivelmente ao mesmo motivo: práticas sexuais, nesses casos principalmente sexo oral, sem protecção e com muitos parceiros. Mesmo o uso de preservativo pode não ser suficiente para evitar a contaminação, alertam os especialistas.


O HPV é transmitido pelo contacto directo com a pele infectada e, muitas vezes, pode esconder-se em áreas não cobertas pelo preservativo, como na bolsa escrotal. «A falta de higiene íntima e bucal aumenta o risco de transmissão do vírus e de desenvolvimento de tumores, sobretudo os de amígdala, orofaringe (parte da garganta logo atrás da boca) e língua», diz o cirurgião Luiz Paulo Kowalski, director do Núcleo de Cabeça e Pescoço do A.C. Camargo.


Os tumores de cabeça e pescoço são o sexto grupo de cancro mais comum no mundo, originando cerca de 650 mil novos casos todos os anos.


Os primeiros sintomas que indicam a formação de tumores são pequenas feridas que sangram facilmente e crescem até chegar à musculatura e aos nervos, então causando dor.




Via Diário Digital

Governo autoriza 2.290 novas vagas de graduação em medicina

Por Unknown | sábado, 11 de julho de 2015 | Postado em ,



O governo federal anunciou a criação de novos cursos de medicina em 36 municípios do País, como parte da estratégia do Programa Mais Médicos. Ao todo, serão ofertadas 2.290 vagas de graduação. As cidades contempladas não têm faculdade na área e não são capitais de Estado, o que contribui para a interiorização do ensino médico. Os ministros da Saúde, Arthur Chioro, e da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciaram nesta sexta-feira (10) a escolha das instituições de ensino superior (IES) particulares que devem implantar o curso até 2016.




Chioro enfatizou a relevância desta parte do
Programa Mais Médicos para as perspectivas de médio e longo prazo. “Nós vivemos, na área da Medicina, da abertura de novos cursos de graduação, uma transformação extremamente importante”, declarou. “Hoje nós vivemos um marco: o Mais Médicos não é apenas uma política de provimento e garantia na Atenção Básica. É uma medida estruturante da formação médica no Brasil”, completou.

Para o ministro da Educação, Renato Janine, a expansão das vagas terão resultados em longo prazo. “A abertura dos novos cursos de Medicina é uma medida importante e terá o acompanhamento do Ministério da Educação para garantir a qualidade do processo em todas as etapas. A população sentirá os efeitos no futuro com a formação desses profissionais”, disse. As instituições de ensino superior (IES) particulares responsáveis já foram selecionadas e devem implantar os cursos em até 18 meses sob o monitoramento do Ministério da Educação.

A seleção das instituições foi realizada ao longo de três fases. Na primeira, eliminatória, foram selecionadas as instituições que atendiam aos pré-requisitos relativos à saúde financeira da instituição, do plano de negócios, e da capacidade econômico-financeira para ofertar curso de medicina. Nesta fase, que utilizou metodologia criada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 115 instituições foram habilitadas, entre 216 inscritas. Em seguida, foi analisada a experiência regulatória das habilitadas por meio dos seguintes critérios: indicadores de qualidade das IES vinculadas e indicadores dos cursos da área de saúde, oferta de curso de Medicina, existência residência médica e pós-graduação stricto sensu e processos de supervisão. Nesta fase, 64 propostas foram classificadas.

A fase final, de análise e classificação das propostas, selecionou os melhores projetos, avaliando o projeto pedagógico, o plano de infraestrutura da instituição de educação superior, de contrapartida à estrutura de serviços, ações e programas de saúde do município, plano de implantação de residência médica e o de oferta de
bolsas para alunos.

A seleção das 39 cidades que receberão os cursos ocorreu em 2014 e obedeceu a critérios que garantem a expansão do ensino médico para regiões prioritárias. Todas as cidades selecionadas têm 70 mil habitantes ou mais e não contam com graduação na área. Elas estão localizadas em 11 Estados de quatro regiões, no interior e regiões metropolitanas, sendo que nenhuma delas é capital.

Três municípios (170 vagas) não tiveram propostas selecionadas e serão incluídos no edital seguinte, já em curso. O resultado da seleção de instituições é preliminar, sendo que a decisão final será divulgada no final de agosto, após a fase de recursos.

Via JB

Corte de verbas provoca o caos na saúde pública dos municípios do RS

Por Supermercado Oliveira | sexta-feira, 10 de julho de 2015 | Postado em ,

O governo do Rio Grande do Sul cortou verbas destinadas à área da saúde e o resultado dessa ação está estampado nas salas de emergência dos hospitais do estado. Nem a Santa Casa da capital tá dando conta de atender a demanda de pacientes.Dona Angelina, de 68 anos, conseguiu entrar no hospital. Foi uma pequena vitória diante da dificuldade para ser atendida, mas a busca por um leito está só começando. Ela precisou contratar uma ambulância particular e a cada hora que fica na maca, os gastos aumentam. R$ 80 por hora serão cobrados e não há previsão de atendimento.No corredor de entrada da Santa Casa de Porto Alegre, conseguir um leito neste, que é um dos maiores hospitais da cidade, está cada vez mais difícil. Os 26 da emergência estão lotados e não há espaço para internar mais ninguém.Uma placa na porta avisa que o setor está superlotado e o hospital, agora, recebe apenas pacientes em estado gravíssimo. A emergência superlota também porque a Santa Casa de Porto Alegre desativou 41 leitos e poderá fechar mais 77.Com o fechamento de hospitais no interior do Rio Grande do Sul, aumentou o número de pessoas de outras cidades em busca de atendimento na capital gaúcha e quem está internado também se preocupa com a situação.A prefeitura de Porto Alegre entrou na Justiça contra o governo estadual para garantir verbas para a saúde. R$ 60 milhões deixaram de ser repassados desde 2014.O Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul, que também entrou na Justiça, pediu para que os juízes reavaliem a decisão que negou liminar para o governo estadual por em dia os pagamentos no valor de R$ 111 milhões.O governo do Rio Grande do Sul informa que espera um parecer da Procuradoria Geral do estado para liberar as verbas atrasadas para a saúde. Segundo o secretário da pasta, por determinação da Justiça, o estado precisa, primeiro, quitar a folha de salários do funcionalismo.

Via G1

Beber mais de quatro cafés por dia pode prejudicar a saúde

Por Unknown | sexta-feira, 29 de maio de 2015 | Postado em ,


Beber quatro cafés expressos por dia, equivalente a mais de 400 miligramas de cafeína, pode ser prejudicial à saúde, especialmente para as mulheres grávidas e os menores de 18 anos. Esse consumo também pode ocorrer devido a uma mistura de cafés, refrigerantes e energéticos. As informações são do Daily Mail.


O alerta, divulgado pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), recomenda na União Europeia (EU) a determinação de um limite para a dose diária de ingestão de cafeína. Caso seja feito acima do recomendado, o consumo de café passa a ser considerado um risco, principalmente para problemas cardiovasculares.

No entanto, o consumo moderado de cafeína pode trazer benefícios à saúde. De acordo com um estudo da Universidade do Texas, beber de dois a três cafés diariamente - 85 a 170 miligramas de cafeína – ajuda homens a reduzir a probabilidade de disfunção erétil, melhorando o desempenho sexual.

 

Via Catraca Livre

Novos anticoncepcionais apresentam risco de trombose

Por Unknown | quarta-feira, 27 de maio de 2015 | Postado em ,




As pílulas anticoncepcionais mais recentes têm um risco aumentado de acidentes devido à trombose venosa (formação de coágulos) - confirmou um estudo publicado na revista especializada The BMJ Today.Conduzida por pesquisadores britânicos, o novo estudo mostra que as mulheres que tomam contraceptivos orais combinados que contêm drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona têm um risco de trombose venosa quadruplicado em relação àquelas que não tomam pílula.


O risco é quase duplicado (1,5 a 1,8 vezes superior) em relação às mulheres que tomam contraceptivos orais de estrogênio mais antigos, que contêm levonorgestrel, noretisterona ou norgestimata.

Na França, os riscos cardiovasculares das pílulas de nova geração à venda no mercado - também chamadas de pílulas de terceira e quarta geração - foram bastante explorados pela mídia no final de 2012 e início de 2013.

A mediatização e um plano de ação das autoridades sanitárias levaram a uma redução de quase 25% das vendas destes comprimidos em favor das pílulas mais antigas, também chamadas de primeira e segunda geração.

Os pesquisadores da Universidade de Nottingham trabalharam sobre duas grandes bases de dados médicos e traçaram uma relação entre o uso de contraceptivos orais e as tromboses venosas observadas nas mulheres com idades entre 15 e 49 anos.

Foi possível mostrar que o número de tromboses a mais por 10.000 mulheres tratadas por ano foi menor (6 casos relatados) entre aquelas que tomam as pílulas mais velhas em comparação com aquelas (14 casos) que tomam desogestrel e ciproterona (encontrados na pílula Diane, por exemplo).

Mas os pesquisadores também observam que o risco absoluto permanece baixo e que os contraceptivos orais são "extremamente seguros", com um risco de trombose multiplicado por 3 para todas as pílulas combinadas, enquanto uma mulher grávida tem um risco multiplicado por dez.

O estudo confirma os resultados de um estudo dinamarquês publicado em 2011, e um estudo abrangente do sistema de saúde francês, que tinha mostrado uma duplicação do risco de embolia pulmonar (a consequência mais grave da formação de um coágulo nas veias) em usuárias das pílulas de nova geração.

A pedido da França, a Agência Europeia de Medicamentos (AEM) fez uma reavaliação dos riscos, mas concluiu que os benefícios dos anticoncepcionais de terceira e quarta gerações continuavam superiores aos riscos.
 

Cientistas descobrem vitamina que afasta risco de câncer de pele

Por Unknown | sábado, 16 de maio de 2015 | Postado em ,



Com a substância, o risco pode ser reduzido em 23%. É o que revelou um estudo divulgado numa conferência sobre câncer nos Estados Unidos.

O suplemento chamado nicotinamida foi eficaz na reparação do DNA e da imunidade da pele.

Segundo os cientistas da Universidade de Sydney, é a primeira evidência clara de que é possível reduzir o câncer de pele usando apenas uma vitamina.

O estudo analisou 386 pacientes que foram diagnosticados com, pelo menos, dois tipos de câncer de pele nos últimos cinco anos. Metade recebeu quinhentos miligramas da vitamina B3 duas vezes por dia. A outra metade tomou um remédio sem efeito medicamentoso.

Nos que tomaram o suplemento os pesquisadores notaram que ao parar de usar a vitamina o risco de contrair câncer de pele subiu de novo cerca de seis meses depois. Isso prova que o benefício só vale se a substância for consumida de forma constante.


Fonte: www.regiaonoroeste.com

Atitudes que melhoram a saúde em até um minuto

Por Unknown | sábado, 28 de março de 2015 | Postado em ,

Ter uma saúde de ferro todo mundo quer, mas encontrar tempo para se dedicar a essa melhora da qualidade de vida é o problema. No entanto, algumas atitudes simples do dia a dia podem ajudar na saúde e o melhor: em apenas 60 segundos. Que tal aderir?


Respirar fundo


Respirar fundo e calmamente traz um benefício enorme de redução do estresse no corpo, pois consegue barrar a produção deliberada do cortisol, o hormônio do estresse. Além disso, um estudo publicado no periódico científico PLOS ONE, feito por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts junto com o Centro Médico Beth Israel Deaconess, ambos nos Estados Unidos, mostrou que respirar fundo pode até mesmo produzir mudanças imediatas na expressão de genes envolvidos com a função imunológica, metabólica e de secreção de insulina.

A dica é: não importa onde, tire um minuto para respirar fundo, concentrando-se no ar que entra e sai. O relaxamento é certo.


Gargalhar

Além de ser gostoso, dar uma boa gargalhada é quase uma terapia. Rir faz bem para a mente e também para o corpo. Um estudo da Universidade de Loma Linda, no Canadá, mostrou que a risada aumenta a liberação de hormônios protetores da saúde do corpo.

“Nossos resultados nos levam a acreditar que procurar experiências boas que nos fazem rir pode fazer muito pela nossa fisiologia ficar bem”, disse o líder do estudo, Lee Bark, em comunicado.

Uma boa risada não dura mais que um minuto, certo? É algo rápido e ótimo para a saúde.

Alongar

Alongar-se não é apenas um momento relaxante no começo do dia ou no meio de atividades estressantes. Segundo um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, alongar-se três vezes por semana ou fazer uma caminhada eleva a autoestima das pessoas acima dos 60 anos.

Apimentar a comida

Para quem não sofre com nenhum desconforto gástrico, adicionar pimenta à refeição é uma forma simples de proteger o fígado. Uma pesquisa feita no Laboratório de Biofísica Celular e Inflamação da Faculdade de Biociências da PUC do Rio Grande do Sul e publicada no periódico canadense Cell Biochemistry and Biophysics mostrou que a pimenta e o cacau podem proteger o fígado e retardar o surgimento da fibrose hepática, uma doença que evolui para a cirrose. Isso acontece porque a capsaicina, componente que deixa a pimenta ardida, é excelente protetora do fígado.

A pimenta estudada foi a dedo-de-moça, mas outras variedades – desde que sejam ardidas – também contêm capsaicina, trazendo benefícios semelhantes.

Abraçar

Aquele abraço afetuoso pode fazer muito pela saúde. A razão? Manda o estresse embora e protege o corpo contra infecções. Um estudo feito por psicólogos da Universidade Carnegie Mellon e publicado no periódico da Associação pela Psicologia Científica, nos Estados Unidos, mostrou que o suporte social que o abraço dá reduziu o risco de infecção enquanto pessoas passavam por situações conflitantes. O estudo também mostrou que o abraço reduz os efeitos deletérios do estresse.

“O aparente efeito protetor dos abraços pode ser tributado ao contato físico em si ou pelo fato de um abraço ser um comportamento que indica apoio e intimidade”, declarou Sheldon Cohen, um dos autores do estudo.

Comer chocolate amargo

Estudos dizem que 30 gramas de chocolate amargo por dia é benéfico para o coração. O resveratrol, que há no vinho tinto e é tão benéfico para a saúde cardiovascular, também habita uma deliciosa barra de chocolate amargo. Um estudo publicado no British Medical Journal mostrou que o consumo desse chocolate, desde que tenha no mínimo 60% de cacau, pode prevenir infarto e AVC.

Tirar 60 segundos do seu dia para consumir 30 gramas de chocolate amargo é uma boa ideia para a saúde.


Otimismo

Um estudo publicado pela Associação de Psicologia Científica mostrou que uma atitude positiva diante da vida protege o sistema imunológico. Logo, aquelas gripes, resfriados e outros problemas causados por baixa imunidade ficam bem longe daquele que encara o dia a dia de uma forma leve.

Além disso, uma pesquisa publicada no periódico da Associação Americana de Cardiologia mostrou que o otimismo diminui o risco de eventos cardiovasculares e morte em mulheres.

Que tal se esforçar a pensar em coisas boas gradativamente? Comece com um minuto por dia.

Lavar as mãos
Parece óbvio, mas nem todos seguem essa recomendação à risca. Lavar as mãos com água e sabão é uma forma eficaz de se proteger de gripes, resfriados e outros vírus que são transmitidos pelo contato, como o da conjuntivite, por exemplo. A Organização das Nações Unidas ressalta a importância da higiene desses membros.

Segundo a ONU, lavar as mãos com sabão é uma das vacinas mais baratas e eficazes contra doenças virais. Basta um minuto para higienizar corretamente as mãos e manter a saúde trincando.

 Via Mídia News

Salvador registra mais seis casos suspeitos de Chikungunya

Por Unknown | segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 | Postado em ,



Salvador registrou mais seis casos suspeitos de febre Chikungunya nas últimas duas semanas. Segundo informações divulgadas pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) nesta segunda-feira, 29, os pacientes são moradores os bairros da Barra, Cabula, Itapuã, Subúrbio Ferroviário e Pau da Lima.

Eles aguardam o resultado dos exames laboratoriais para a confirmação da doença mas passam bem e não sofreram consequências graves.

Para evitar a proliferação da doença, agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já realizaram ações de bloqueio para detectar, combater e eliminar possíveis focos dos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, transmissores da chikungunya, nas regiões onde foram notificados os casos suspeitos na capital baiana.

De acordo com a SMS, o CCZ também realiza visitas domiciliares, buscas por possíveis focos em terrenos baldios e ações educativas, com o objetivo de orientar os moradores no armazenamento de garrafas e outros materiais para evitar novos focos.

Até o momento, a Secretaria notificou 78 casos de chikungunya no município, com três confirmações. Estes casos foram considerados "importados", pois os pacientes foram infectados em Feira de Santana, após visitarem familiares que moram na localidade. Outros 47 casos estão sob análise.

Os pacientes com suspeita de chikungunya podem ser atendidos nos postos da atenção básica da rede municipal. Os sintomas são os mesmos da dengue: dores nas articulações, febre, dor de cabeça e vermelhidão na pele.


Via A Tarde

Ministério da Saúde destina R$ 30 milhões para reestruturação de hospitais universitários

Por Unknown | sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 | Postado em ,



O Ministério da Saúde estabeleceu em R$ 29,6 milhões o valor que será repassado a 16 hospitais universitários por meio do Rehuf (Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais). Instituído em 2010, o programa prevê o financiamento compartilhado desses hospitais entre as áreas de educação e saúde.

Conforme portaria assinada pelo ministro Arthur Chioro, publicada hoje (26) no Diário Oficial da União, os recursos serão distribuídos da seguinte forma: R$ 3,3 milhões para o Hospital da Universidade Federal do Maranhão; R$ 3 milhões para o Hospital de Clínicas, ligado à Universidade Federal de Uberlândia; R$ 2,68 milhões para o Hospital-Escola da Universidade Federal do Triângulo Mineiro; R$ 2,59 milhões para o Hospital de Clínicas ligado à Universidade Federal de Minas Gerais, e R$ 2,59 milhões para o Hospital da Universidade Federal de Santa Maria.

Serão destinados ainda R$ 2,2 milhões para o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, da Universidade Federal de Alagoas, R$ 2,2 milhões para o Hospital Universitário Walter Cantídio, ligado à Universidade Federal do Ceará; R$ 1,7 milhão ao Hospital Universitário Professor Edgard Santos, da Universidade Federal da Bahia, R$ 1,7 milhão para o Hospital da Universidade Federal de Sergipe, R$ 1,3 milhão para o Hospital Universitário Getúlio Vargas, ligado à Universidade Federal do Amazonas.

Também receberão recursos do Ministério da Saúde os hospitais universitários Cassiano Antonio de Moraes (ES), Júlio Müller (MT), Doutor Miguel Riet Correa Júnior (RS), Hospital das Clínicas de Goiânia (GO), Hospital-Escola (RS), e Hospital das Clínicas (PR).

O Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais visa criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais possam desempenhar plenamente as suas funções em relação às dimensões de ensino, pesquisa e extensão e à dimensão da assistência à saúde.



Via R7

Brasil já tem 1.364 casos da febre chikungunya

Por Unknown | quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 | Postado em ,



Um levantamento do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira revelou que os casos de febre chikungunya no Brasil subiram para 1.364. O número se refere a diagnósticos feitos até 15 de novembro. No levantamento anterior, referente até 25 de outubro, haviam sido registrados 824 casos da febre no país.

Do total anunciado nesta terça-feira, 71 casos são importados, ou seja, de pessoas que contraíram a doença em outros países, como República Dominicana, Haiti, Venezuela e Guiana Francesa. As outras 1.293 pessoas diagnosticadas com a enfermidade não tinham registro de viagem internacional, o que significa que a chikungunya está se espalhando rapidamente no país. Desses casos, chamados de autóctones, 531 foram registrados no município de Oiapoque (Amapá), 563 em Feira de Santana (Bahia), 196 em Riachão do Jacuípe (Bahia), um em Matozinhos Minas Gerais), um em Pedro Leopoldo (Minas Gerais) e um em Campo Grande (Mato Grosso do Sul).

De acordo com o governo, 125 casos foram confirmados por critério laboratorial e 1.239 por critério clínico-epidemiológico. Por determinação do Ministério da Saúde, uma vez caracterizada a transmissão de chikungunya em uma determinada área, testes de laboratório são obrigatórios para confirmar os primeiros casos; nos demais, o critério é o clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas e vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Febre — A febre chikungunya é causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti (que também transmite a dengue) e oAedes albopictus os principais vetores. Ela apresenta sintomas similares aos da dengue, como febre alta, mal-estar e dores nos músculos, ossos e articulações. A doença começa a se manifestar três a sete dias depois de o paciente ser picado.

A letalidade da chikungunya, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é pequena, sendo menor que nos casos de dengue. Ao contrário da dengue, porém, uma parte dos indivíduos infectados pode desenvolver a forma crônica da doença, com a permanência dos sintomas por até um ano.


Via Veja

Ebola: vacinas devem estar disponíveis nos próximos meses

Por Unknown | sábado, 27 de setembro de 2014 | Postado em ,



Milhares de doses de vacinas experimentais contra o ebola devem estar disponíveis nos próximos meses a profissionais da saúde e outras pessoas que tiveram contato com doentes, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS), nesta sexta-feira.

Nenhuma vacina ainda se mostrou segura ou eficiente em humanos, disse Marie-Paule Kieny, diretora-assistente geral da OMS, em uma coletiva de imprensa em Genebra. Por isso, mais testes têm sido feitos para garantir que as substâncias não são prejudiciais às pessoas.

O governo canadense doou 800 frascos de uma vacina que desenvolveu antes de licenciá-la para a NewLink Genetics Corp., disse Marie-Paule. A empresa deve produzir doses adicionais nos próximos meses. Além disso, até o começo do ano que vem, mais 10 000 doses de outra vacina serão desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e pela GlaxoSmithKline.

De acordo com Marie-Paule, o objetivo é imunizar pessoas que mantêm contato com doentes, como profissionais da saúde e familiares de doentes, a partir de janeiro. "Não será uma campanha de vacinação em massa", disse.

Mortes — Acredita-se que o surto de ebola na África ocidental tenha matado mais de 2 900 pessoas. Os casos da doença sobrecarregam os já precários sistemas de saúde dos países afetados e desafiam os métodos até então utilizados para conter a disseminação do ebola. Especialistas esperam que tratamentos experimentais e vacinas sejam capazes de conter a epidemia de alguma forma.

No entanto, Marie-Paule advertiu que até que a eficiência desses medicamentos seja comprovada, qualquer pessoa que receber a vacina deve agir como se não estivesse protegida contra o ebola.

A OMS tem priorizado o uso de sangue de sobreviventes do ebola e diz que novos estudos são necessários para determinar se a medida pode ajudar pessoas infectadas pelo vírus. Essas transfusões de sangue já foram feitas em escala menor, como em um médico americano que se infectou na Libéria e foi curado.

(Com Estadão Conteúdo)

Via Veja

Campanha contra HPV atinge apenas 6% da meta e é prorrogada no AC

Por Unknown | | Postado em ,



A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra o vírus HPV (papilomavírus humano) tinha como meta vacinar cerca de 80% das garotas entre 11 e 13 anos no mês de setembro, mas no Acre apenas 6% das meninas foram vacinadas. Devido a baixa adesão, a campanha, que deveria finalizar na próxima terça-feira (30) foi prorrogada até que a meta seja atingida.

Segundo Núbia Moreira, enfermeira da Equipe Técnica do Programa Nacional de Imunização (PNI), foram distribuídas 28 mil doses de vacina no Acre. Ela conta que a primeira fase da campanha também precisou ser prorrogada e que o estado conseguiu atingir 83% da meta. A enfermeira acredita que o medo de reações é responsável pela baixa adesão.

"A baixa adesão não é só aqui no estado, mas em todo o país. Claro que uma medicação é um elemento estranho que você coloca no seu organismo. É possível acontecer uma reação, mas ela não induz a pessoa a ter a doença", afirma.

Ela aconselha que os pais levem as filhas para tomar a vacina. "Porque é a maneira mais eficaz que tem para proteger essa população de um possível câncer de colo no útero. Uma das formas de prevenir é tomando a vacina, ela na rede privada custa em torno de R$ 300 uma dose, o Ministério da Saúde oferta gratuitamente e a população está resistente a isso", lamenta.

Vacina
Ao todo, há mais de cem tipos de HPV. O vírus é transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes (6, 11, 16 e 18). Os dois primeiros são ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo no útero.

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. A Organização Mundial da Saúde estima que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18.

Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. Para receber a segunda dose da vacina basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação na unidade de saúde. Cada menina deverá tomar três doses para completar a proteção. A segunda deve ser dada seis meses após a primeira, e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose.


Via G1