Por Unknown | quinta-feira, 20 de agosto de 2015 |
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Os hackers que invadiram o site de traições Ashley Madison no mês passado publicaram dados pessoais de usuários em uma página na "dark web", rede bastante usada por criminosos de todos os tipos.
Trata-se de uma montanha de 10 gigabytes de informações, que incluem nomes, endereços, e-mails, senhas e detalhes bancários de frequentadores do portal, que atua em 46 países e tem cerca de 40 milhões de inscritos.
Segundo a revista "Wired", 15 mil endereços eletrônicos divulgados pelos hackers contêm as extensões "gov" ou "mil", reservadas a membros do governo dos Estados Unidos e das Forças Armadas.
Por Unknown | sexta-feira, 14 de agosto de 2015 |
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O risco de ter o cartão clonado na internet é maior do que em lojas físicas. Tanto que casos suspeitos atingiram em torno de 3,6% das operações de compras virtuais no ano passado, de acordo com um levantamento da ClearSale, especializada em detectar fraudes.
“A fraude exige menos tecnologia, pois não é preciso copiar o cartão físico. Basta obter as informações básicas para cloná-lo”, explica na o coordenador de inteligência estatística da empresa, Omar Jarouche.
Os cuidados para proteger-se no ambiente virtual também são diferentes das compras presenciais. Recomenda-se evitar que o vendedor leve o cartão para longe da presença do consumidor, por exemplo. Mas, pela internet, os detalhes são mais complexos e nem é preciso ter a senha do cartão para efetuar compras ilícitas.
Para o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Leandro Bissoli, o usuário dificilmente percebe o risco que corre no meio virtual. “Geralmente ele só vai identificar o dano quando chegar a fatura do cartão”.
Quando isso acontecer, o consumidor precisa imediatamente entrar em contato com a emissora do cartão e comunicar que não reconhece os gastos na fatura. Também é recomendável registrar um boletim de ocorrência, segundo o advogado.
“O banco é obrigado por lei a ressarcir o consumidor quando comprovada a fraude”, explica Bissoli. O maior prejudicado nestes casos, contudo, é o lojista “Se a loja permitiu a compra com um cartão roubado e entregou o produto, é ela que arcará com o prejuízo da operação”, completa.
Três especialistas consultados pelo iG apontaram as principais erros que o internauta comete, sem perceber, que aumentam potencialmente as chances de ter seu cartão clonado no ambiente virtual. Confira abaixo e previna-se:
1. Digitar a senha do cartão de crédito – Não importa se você está em um site confiável ou fazendo compras em uma loja conhecida ou recomendada por amigos. “Os sites nunca pedem a senha do cartão para efetivar uma compra”, lembra Aline Rebelo, coordenadora do Investmania. No comércio eletrônico, os sites costumam pedir o número do cartão, a data de expiração e o código de segurança. A senha só é solicitada nos caixas de lojas físicas.
2. Acessar o internet banking em outros aparelhos – Se vocês está em um computador público ou em uma lan house, o risco de tornar-se vítima de um golpe é potencializado. O mesmo vale para conexões de wifi (internet sem fio) abertas, que permitem que invvasores acompanhem toda sua navegação, alerta o advogado Bissoli. “É preciso verificar se o anti-vírus do aparelho está atualizado, assim como a segurança do sistema operacional”, recomenda.
3. Ignorar os produtos mais visados por fraudadores – Segundo Omar, da ClearSale, as compras mais atacadas por golpistas que clonam cartões são as de itens com grande liquidez. Isto é, produtos fáceis de serem revendidos. O especialista cita o exemplo de uma geladeira e um notebook, que embora tenham preços semelhantes, a preferência é pelo último, devido à facilidade de passar o produto à frente.
4. Deixar de verificar o cadeado de segurança – Ao fazer uma compra em qualquer site, o consumidor deve atentar para o pequeno cadeado que aparece no canto da tela. É ele que garante ao internauta a navegação por um ambiente seguro, de acordo com Bissoli. “O cadeado assegura que a conexão com o servidor é segura e que ninguém pode ter acesso a estas informações no seu computador”, explica o especialista em direito digital.
5. Desconhecer a credibilidade do site – Se a loja virtual for pequena ou desconhecida, o cuidado é redobrado. “É preciso verificar se a empresa possui endereço comercial, telefone e CNPJ, para ter certeza de que não se trata de um endereço fantasma”, afirma Aline, da Investmania. Outra recomendação é consultar listas do Procon e sites de reclamações e redes sociais para verificar a autenticidade do site.
6. Não informar o banco quando viajar para outro país – Uma forma de se resguardar de bloqueios devido ao uso do cartão em viagens internacionais é avisar o banco ou administradora do cartão toda vez que o consumidor sair para o exterior, recomenda Jarouche, da ClearSale. “Em alguns bancos é possível fazer isso até pelo internet banking”.
7. Esquecer de conferir a fatura do cartão – Consumidores que nunca verificam o extrato de seu cartão podem levar um susto na chegada da fatura, alerta Jarouche, da Clearssale. As operadoras dos cartões costumam disponibilizar as faturas na internet, em tempo real, e algumas avisam o cliente por SMS quando uma compra foi efetivada. “Há diversas ferramentas disponíveis que servem de alerta”, explica o advogado Bissoli.
8. Perder o registro de compra pela internet – Guardar o email recebido da loja com a comprovação da compra, ou até imprimir o comprovante, são ações que contam a favor do consumidor em caso de fraude em operações virtuais, observa a coordenadora da Investmania. “É recomendável manter essas informações até o recebimento do produto”.
9. Digitar dados sigilosos do cartão por email – “Nenhum banco é autorizado a solicitar dados pessoais e intransferíveis do cliente, como senha, por email”, lembra Aline. As lojas virtuais pedem o mínimo possível de dados pessoais nas compras. São eles o número do cartão, nome do titular e código de segurança (quatro dígitos que aparecem no canto do cartão).
10. Confiar cegamente na URL que aparece no site – Uma das formas de enganar o consumidor para roubar seus dados é utilizar uma URL (endereço de um site) maquiada, como explica Bissoli. “Os fraudadoes podem utilizar técnicas para iludir o internauta, sobrepondo páginas no navegando e dando a impressão de que se está em um site de cima, quando se está no de baixo”.
11. Comprar sem cuidado em lojas pequenas ou desconhecidas – Se a compra for feita em ambientes desconhecidos da internet, o alerta é para fazer uma pesquisa se há reclamações em sites como o Reclame Aqui ou Procons. No momento da transação com o cartão, observa Bissoli, é importante observar para onde o site direciona a operação. Caso seja uma página da operadora do cartão – recurso comum em sites pequenos – ou das bandeiras como Visa e Mastercard, é sinal de que o consumidor pode comprar com tranquilidade.
— Veja no iG
Por Unknown | segunda-feira, 3 de agosto de 2015 |
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Em um despacho proferido nesta segunda-feira, o juiz Sérgio Moro afirma que o dinheiro do petrolão foi usado para bancar o site Brasil 247 a pedido do Partido dos Trabalhadores. Os repasses foram feitos pela Jamp, uma empresa de consultoria controlada pelo lobista Milton Pascowitch."Considerando que a Jamp era, como afirma seu próprio titular, empresa dedicada à lavagem de dinheiro e repasse de propinas, parece improvável que o conteúdo do documento em questão seja ideologicamente verdadeiro, pois difícil vislumbrar qual seria o interesse de empresa da espécie em anunciar publicidade ou patrocinar matérias em jornal digital", afirma o juiz. A conclusão é reforçada por um depoimento do próprio Pascowitch. Ele disse aos investigadores da Lava Jato ter repassado dinheiro do petrolão para financiar o site Brasil 247 e, assim, assegurar o apoio da página ao PT. O autor do pedido foi João Vaccari Neto, ex-tesoureiro da sigla. Pascowitch firmou um contrato de consultoria com o Brasil 247 utilizando a Jamp, uma empresa de fachada. Pascowitch admitiu que não havia serviço a ser prestado e que o contrato serviria apenas para dar uma aparência de legalidade às transferências financeiras, que somaram 120 000 reais entre setembro e outubro do ano passado - no auge do período eleitoral. O Brasil 247 é comandado por Leonardo Attuch. A transcrição do depoimento de Pascowitch não deixa margem para ambiguidades: Vaccari o encaminhou para uma reunião com Attuch e pediu que o valor pago ao site fosse descontado da empresa Consist, outro braço do esquema de lavagem de dinheiro do petrolão. Diz um trecho da transcrição: "Que João Vaccari não estava presente na reunião, mas foi indicado a procurar o declarante por João Vaccari; que na reunião entre o declarante e Leonardo ficou claro que não haveria qualquer prestação de serviço mas que era uma operação para dar legalidade ao 'apoio' que o Partido dos Trabalhadores dava ao blog mantido por Leonardo; Que o valor pago foi 'abatido' no valor que estava à disposição de João Vaccari referente ao contrato da Consist". Antes da confissão, os investigadores já haviam apreendido anotações em que o lobista detalhava transferências financeiras para o site de Attuch (Gabriel Castro, de São Paulo)
Via Veja
Por Unknown | terça-feira, 28 de julho de 2015 |
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O governo federal lançou hoje (28) o Dialoga Brasil, um novo canal de comunicação com a população na internet. O site (dialoga.gov.br) foi criado para estimular a participação digital nas atividades governamentais. Uma das novidades é que a população poderá conversar com os ministros via bate-papo online, pelo site da plataforma.
O primeiro a conversar com a sociedade será o ministro da Saúde, Arthur Chioro, no dia 6 de agosto. “O Dialoga Brasil cai como uma luva, um estímulo a todos os brasileiros que não puderam participar das conferências de saúde e que não estarão em Brasília [para a conferência nacional] possam ajudar a definir os rumos para a saúde nos próximos quatro anos”, disse Chioro.
No dia 13, será a vez da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, estará online no dia 20, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no dia 27. Todo bate-papo virtual com ministros terá início às 11h.
Por enquanto, apenas as áreas de saúde, educação, segurança pública e redução da pobreza estarão disponíveis à participação pública. Os próximos temas que entrarão no ar são cultura, meio ambiente, esporte e cidades.
Presente ao lançamento, em Brasília, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, ressaltou que o governo tem buscado diálogo com a sociedade ao longo dos anos. “Temos um ambiente forte de participação nos conselhos setoriais, audiências públicas, onde são construídos os programas que modificam pra melhor o nosso país”, ressaltou.
A intenção do governo é receber a colaboração de internautas com propostas e opiniões sobre os programas governamentais, com o objetivo de melhorá-los. Para Cardozo, a plataforma vem em “magnífica hora”. Essa participação agora é fundamental para nós, disse ele, e acrescentou: "Estamos revendo o plano de fronteiras e queremos melhorá-lo. Queria muito ouvir o cidadão que vive na fronteira. Por isso é importante a opinião da população”.
A apresentação da plataforma aconteceu em um formato diferente do que o governo tem feito, na presença de uma plateia composta por integrantes da sociedade civil organizada e conduzida por uma apresentadora, em um perfil de programa de auditório, exibido pelo canal NBR.
Dirigindo-se à plateia, Tereza Campello convidou todos a conhecerem mais sobre o Bolsa Família e outros programas de sua pasta, e tirarem suas dúvidas. Segundo ela, “um dos programas [na plataforma] é o Bolsa Família. Todo mundo tem alguma coisa pra falar sobre o Bolsa. Todo mundo tem uma opinião. Mas muitos dos nossos resultados continuam desconhecidos, e tem muita gente que fala em cima de mitos, preconceitos".

Por Unknown | quarta-feira, 22 de julho de 2015 |
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O Governo Federal cogita cobrar tributos de sites como o AirBnb, a mais popular plataforma de hospedagem colaborativa. O site permite que usuários reservem acomodações, desde um quarto ou até um apartamento inteiro, em casas de pessoas comuns. É uma maneira de trocar a impessoalidade e frieza dos hotéis por uma experiência mais aconchegante e interativa nas viagens. O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, disse em um recente encontro de ministros de Turismo no Mercosul, que o Governo está avaliando revisar a comercialização digital do turismo. Em entrevista ao Globo, Lummertz diz que as empresas não pagam por que não são cobradas. A proposta do Brasil é que o Mercosul apresente em bloco uma proposta de arrecadação para essas hospedagens colaborativas. O texto foi aceito por Paraguai, Uruguai e Argentina e teve uma concordância inicial do Chile. Outros sites como Booking, Couchsurfing, entre outros, também entrariam na proposta.
O AirBnb, o maior dos sites deste tipo, iniciou conversas com o Governo. A plataforma vem causando preocupação na rede hoteleira. É algo parecido com o que acontece com os taxistas em relação ao Uber. Uma rápida busca em qualquer grande cidade brasileira mostra que o AirBnb já se tornou parte importante na hora de encontrar lugar para se hospedar. Segundo Lummertz, o AirBnb vai oferecer nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, o mesmo número de leitos que os hotéis e pousadas tradicionais, cerca de 80 mil. O AirBnb é taxado em outras cidades do mundo, como Amsterdã, na Holanda e nas norte-americanas São Francisco, Chicago e Washington. Hoje, o visitante paga um valor que inclui a tarifa da diária e uma taxa de limpeza opcional. Já o anfitrião paga apenas uma taxa para o AirBnb. As medidas encontram consonância em um momento em que o Governo busca aumentar a arrecadação fiscal.
Via O Globo