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Inscrições no FIES começam dia 26 de Janeiro

Por Unknown | sábado, 23 de janeiro de 2016 | Postado em ,


Após dar início ao processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e anunciar o cronograma do Programa Universidade Para Todos (Prouni), o governo divulgou o período de inscrições de mais um importante programa que utiliza as notas do Enem: o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que terá início em 26 de janeiro.

O prazo para cadastro dos candidatos permanecerá aberto por três dias, encenrrando em 29 deste mês. Poderão participar aqueles que prestaram qualquer edição do exame nacional a partir do ano de 2010 e obtiveram nota mínima de 450 pontosna média das provas objetivas, além de não terem zerado na redação.

Outra exigência do fundo de financiamento, que passou a valer juntamente com as novas regras no ano passado, é o limite de renda, que restringe a participação a candidatos que possuam renda familiar máxima de 2,5 salários mínimos por pessoa.

Apesar de divulgar o prazo de inscrições, o Ministério da Educação (MEC) não revelou todas as datas do processo seletivo do Fies de 2016, como a chamada dos selecionados e o prazo para entrega da documentação e confirmação do benefício, por exemplo.

O Fies oferece financiamento de até 100% de cursos em faculdades/centros universitários cadastrados, com cobrança de juros baixos e para início do pagamento somente após a formação do beneficiado. Atualmente o fundo conta com 2,1 milhões de contratos ativos.


Fonte: Agência Brasil

MEC disponibiliza aplicativo do Sisu para acompanhamento de nota

Por Unknown | domingo, 10 de janeiro de 2016 | Postado em , ,


O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, para Android, iOS e Windows Phone, o novo aplicativo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Por meio dele, o estudante pode acessar suas informações e acompanhar as inscrições no curso escolhido.

Imagem: Portal do Ministério da Educação


As inscrições para o Sisu 1º/2016 começam nesta segunda-feira (11), indo até as 23h59 do dia 14. Nesta edição serão oferecidas 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior.

O aplicativo foi criado em 2015 e relançado para este Sisu. Por meio dele, o candidato recebe lembretes e mensagens personalizadas referentes às inscrições, e ainda pode montar um calendário com datas de lista de chamada, matrículas e inscrição na lista de espera.

O Sisu

Para se inscrever, o candidato deve ter feito o Enem 2015 e não pode ter zerado na redação. O candidato optar por até duas opções de vaga e deve especificá-las, em ordem de preferência, em instituição de ensino superior participante, local de oferta, curso e turno.

O sistema indicará as notas de corte para cada curso ao estudante, que vai poder alterar as opções de curso de acordo com a nota. Ele também terá de indicar se pretende concorrer a vagas reservadas para Lei de Cotas; a vagas destinadas às demais políticas de ações afirmativas eventualmente adotadas pela instituição ou a vagas destinadas à ampla concorrência.

Veja o calendário:

Via Guia do Estudante

Nesta semana, mais de 5 milhões de candidatos saberão a nota do Enem

Por Unknown | segunda-feira, 4 de janeiro de 2016 | Postado em , ,


enem estudante
Na próxima sexta-feira (8) os 5,7 milhões de candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) saberão quanto tiraram em cada uma das provas. Os resultados estarão disponíveis na internet, na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os estudantes terão acesso a uma tabela com a nota obtida em cada uma das provas: linguagens, matemática, ciências humanas, ciências da natureza e redação. Eles ainda não terão, porém, acesso ao espelho da redação, com a correção mais detalhada do texto, que será divulgado posteriormente.

As notas do Enem são calculadas com base na Teoria de Resposta ao Item (TRI), ou seja, o valor de cada item varia de acordo com o número de candidatos que acertaram ou erraram a resposta. Quanto mais candidatos acertarem, mais fácil é considerado o item e menos vale. Ao contrário, se menos candidatos acertarem, o item é considerado difícil e vale mais.

A nota do Enem poderá ser usada para participar de programas como o Sistema de Selação Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o país. As inscrições poderão ser feitas de 11 a 14 de janeiro. Nesta edição serão ofertadas 228 mil vagas. Para participar, o candidato não pode ter tirado 0 na redação.

A nota poderá ser usada também para obter bolsas de estudo integrais ou parciais em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Para participar dos programas, o estudante não pode ter zerado a redação e precisa obter pelo menos uma média de 450 pontos nas demais provas do Enem.

Para obter a certificação do ensino médio, é preciso ter feito a solicitação no início do ano, na hora da inscrição, ter mais de 18 anos e ter obtido pelo menos 450 pontos em cada uma das provas e 500 pontos ou mais na redação.

A nota pode ser usada também para participar do programa de intercâmbio acadêmico Ciência sem Fronteiras e do Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que destina a estudantes vagas gratuitas em cursos técnicos.




Via EBC

Estados e municípios temem não pagar piso aos professores

Por Unknown | sábado, 2 de janeiro de 2016 | Postado em , ,


Professores do Paraná retornam às aulas após 29 dias de greve

O reajuste do piso salarial dos professores em 2016 é motivo de preocupação tanto para estados e municípios, quanto para os docentes. De acordo com indicadores nos quais se baseiam o reajuste, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), os salários iniciais devem aumentar 11,36%, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Entes federados, no entanto, discordam do índice e calculam um aumento de 7,41%.

“Não se trata de discutir o que é justo, e sim o que é possível ser pago com as receitas municipais”, diz o presidente da confederação, Paulo Ziulkoski, em nota divulgada nessa quarta-feira (30).

“Com certeza, os professores merecem reajustes maiores, mas não se pode aceitar a manipulação de informações para gerar reajustes acima da capacidade de pagamento dos governos”, conclui.

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Segundo a CNM, o governo federal estimou a receita do Fundeb em valor maior do que ela efetivamente foi, aumentando o percentual do reajuste.

Os trabalhadores discordam. “Ficou demonstrado que não há argumento técnico que justifique a redução da porcentagem de 11,36%. Apesar da crise que está colocada, a arrecadação do Fundeb foi mantida. Temos abertura para pensar em uma fórmula de cálculo, mas não agora para 2016, podemos pensar para 2017”, diz a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Marta Vanelli.

Ela lembra que para ter o direito garantido, em 2015, os professores entraram em greve em diversos estados e municípios, porque não tiveram os salários pagos devidamente.

O reajuste é discutido desde o final de novembro, quando foi instalado o fórum permanente para acompanhar a atualização do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Foram feitas duas reuniões até o fim do ano. A intenção era que o grupo, formado por representantes dos estados, municípios e dos docentes, além do MEC, chegasse a um acordo sobre o reajuste, o que não ocorreu.

Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, os entes federados pediram uma manifestação oficial da Secretaria do Tesouro Nacional e do MEC sobre os dados divulgados, para que a arrecadação e o reajuste do piso sejam reanalisados. “Há uma preocupação com a aplicabilidade do novo piso e que isso leve a uma tensão entre professores e estados que prejudique o andamento do ano letivo”, diz.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, tem se mostrado preocupado com a questão. Em novembro, o ministro disse que piso teve um reajuste acima da inflação, de 45%, desde 2011. "Esse crescimento não tem sido acompanhado do aumento da receita dos estados e municípios, principalmente em um momento como esse. Precisamos chegar a um entendimento em relação ao ritmo de crescimento. Tem que continuar crescendo em termos reais, compatível com a receita de estados e municípios", afirmou.

O piso salarial subiu de R$ 950, em 2009, passou para R$ 1.024,67, em 2010, e chegou a R$ 1.187,14, em 2011. Em 2012, o valor era R$ 1.451. Em 2013, o piso passou para R$ 1.567 e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697. Em 2015, o valor era R$ R$ 1.917,78. O maior reajuste foi registrado em 2012, com 22,22%.

Apesar dos aumentos, atualmente, os professores ganham cerca de 60% dos demais salários de outras carreiras com escolaridade equivalente. “Se o Brasil quiser atrair os melhores alunos, tem que melhorar os salários dos professores”, defende a presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz.

“Na minha opinião, saúde e educação não deveriam ter cortes. Pensando que vamos ter um ano dificílimo, não garantir um aumento para os professores é criar um clima muito ruim, com possibilidade de greve e isso é catastrófico”, acrescenta.

A melhora do salário dos professores faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que prevê a metas para a melhoria da educação até 2024. Até 2020, os docentes terão que ter rendimento equiparado ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

Via EXAME

Estudantes ocupam mais de 100 escolas paulistas em protesto contra reforma

Por Unknown | segunda-feira, 23 de novembro de 2015 | Postado em ,


São Paulo - A Escola Estadual Diadema é uma das unidades de ensino ocupadas por estudantes em protesto contra a reorganização que será implantada em janeiro pela Secretaria de Educação (Rovena Rosa/Agência Brasil)
A Secretaria Estadual de Educação informou nesta segunda-feira (23) que 108 escolas paulistas estão ocupadas por estudantes que protestam contra o fechamento de 94 unidades de ensino no estado. Levantamento do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp), no entanto, indica que 114 escolas estão ocupadas.

Os estudantes defendem a discussão do projeto de reorganização da rede de ensino com a comunidade escolar e que não ocorra já no próximo ano, como foi anunciado pelo governo paulista. A proposta prevê a segmentação das escolas em três grupos (anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio), o que levará ao fechamento de várias unidades.

Na manhã de hoje, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) indeferiu o pedido de liminar para reintegração de posse das escolas. A medida foi comemorada pela Apeoesp: "o próprio Judiciário considera que o governo está agindo de forma autoritária, sem debate e sem consulta às comunidades”, disse em nota o sindicato.

Estava prevista para hoje também mais uma audiência de conciliação entre as partes, mas foi suspensa por causa da ausência de representantes da Procuradoria do Estado. A Agência Brasil procurou representantes da procuradoria para saber os motivos, mas não houve retorno até a publicação da reportagem.

A defensora pública Mara Ferreira, que representa os estudantes na ação judicial, informou que a comunicação da audiência foi apenas na manhã de hoje, o que, naturalmente, dificultou a presença das partes. Apesar de ter comparecido, Mara afirmou que o mais adequado seria remarcar a audiência.


Via EBC

Secretários de educação defendem conteúdo obrigatório mínimo para o ensino médio

Por Unknown | segunda-feira, 2 de novembro de 2015 | Postado em ,


sala de aula

Os secretários estaduais de educação querem o fim da divisão dos conteúdos por disciplinas no ensino médio e tempo para uma formação diversificada. A intenção é dividir os conteúdos obrigatórios em grande áreas de conhecimento e que ocupem de 50% a 75% do ensino médio. No restante do tempo, o estudante poderá escolher uma formação voltada apenas para uma dessas áreas de acordo com o próprio interesse.

A proposta deverá constar no Projeto de Lei 6.840/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados. O PL institui o tempo integral, ou seja, sete horas diárias no ensino médio. Neste final de semana, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) reuniu-se em Manaus para definir um posicionamento em relação ao texto que está proposto.

Os secretários definiram que o ensino obrigatório deve ser norteado pela Base Nacional Comum Curricular, que está em consulta pública. A Base para o ensino médio deve ser o mais objetiva possível e deverá definir o que todo estudante deve aprender na escola. A proposta da Base disponível já prevê a divisão dos conteúdos em áreas do conhecimento - linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas - modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os secretários propõe a inclusão de um quinto eixo de formação: técnica e profissional.

"Não é dizer que vamos acabar com geografia ou história, não é isso. A base vai trazer os conteúdos que todos os alunos devem ter acesso, mas eu posso organizar o meu sistema desde que garanta que o conteúdo esteja ali", explica a secretária de Educação e da Qualidade de Ensino do Estado do Amazonas, vice-presidente do Consed e coordenadora do Eixo-Reformulação do Ensino Médio, Rossieli da Silva.

Após cursar o conteúdo básico, que não deverá ocupar mais do que 75% do tempo do aluno no ensino médio, o próprio estudante poderá decidir a ênfase que quer dar para a formação. As ênfases serão as mesmas dos eixos. O aluno poderá ainda receber uma capacitação profissional e formação técnica, de acordo com a capacidade de oferta de cada rede.

Para acabar com a divisão por disciplinas, será preciso revogar a Lei 11.684/2008, que obriga o ensino de filosofia e sociologia como disciplinas no ensino médio. Caso aprovado, o PL também acabaria com a possibilidade de disciplinas serem inseridas no currículo por meio de outras leis.

Inglês obrigatório
Ponto polêmico nas discussões do final de semana foi a defesa pela obrigatoriedade do ensino de inglês. Ao final, os secretários concordaram que o ensino da língua estrangeira deve ser obrigatório no ensino médio. "Sem o inglês, os nossos jovens não têm nenhuma possibilidade na vida. Pode haver outras línguas, mas o inglês é o mínimo", defendeu diretora executiva da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Maria Helena Guimarães, convidada como observadora.

Entre os empecilhos que foram colocados está a falta de professores e os diferentes contextos do país. No Amapá, por exemplo, a secretária de Estado da Educação, Conceição Medeiros, disse à Agência Brasil que 90% das escolas têm aulas de francês, justificada pela proximidade com a Guiana Francesa. O inglês chega a 50% dos centros de ensino.

Opinião importante foi dada por Ismael Ribeiro, estudante que trabalhava de garçom no local. Ele conversou com os secretários e recebeu o microfone na reunião. "Vocês são as pessoas que estão escolhendo o futuro dos nossos filhos. A maioria das empresas não é gerenciada por brasileiros, como vou tratar com um gerente se não falamos a mesma língua? Como vou mandar meu filho estudar fora se ele não fala inglês? E não posso ir junto, porque não falo", disse, e criticou, "E se for esse inglês que está hoje na sala de aula, pode tirar, porque ninguém sai falando nada".

Mudanças no Enem
Para os secretários, o Enem tornou-se o currículo do ensino médio. Os alunos hoje recebem formação para a prova. A ideia é que, com as mudanças que serão trazidas pela Base, as provas também deverão ser adequadas. Uma das propostas debatidas é fazer vários Exames Nacionais do Ensino Médio (Enem), um para o conteúdo básico e outros para as demais ênfases de formação. A questão, no entanto, não foi consenso entre os participantes da reunião, que decidiram consultar especialistas antes de definir um posicionamento.

Tramitação do PL
A intenção é que o PL seja votado pelo plenário da Câmara até o final do ano, segundo o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), presidente da Comissão Especial destinada a promover estudos e proposições para a reformulação do ensino médio, que estava presente na reunião.

O substitutivo foi aprovado em dezembro de 2014, desde então, Lopes diz que aguarda o posicionamento dos setores que foram o ensino médio. "O Consed concentra a maior parte das matriculas, são eles que operam o ensino médio, mas temos ainda que ter o posicionamento de outras entidades e do ensino superior, das universidades que formam os professores, porque vamos mexer nas licenciaturas, para que sejam também em áreas do conhecimento", diz.

Veja o 1º dia do Enem

Por Unknown | sábado, 24 de outubro de 2015 | Postado em , ,


Capa amarela da prova do Enem 2015 (Foto: Reprodução)


O primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 exigiu mais conteúdo e leituras e privilegiou menos as imagens do que nas edições anteriores. Na prova de ciências da natureza, alguns dos temas que foram abordados incluem assuntos sobre genética e DNA, primeiros socorros e o desempenho esportivo de Usain Bolt. Já a prova de ciências humanas, que exigiu bastante leitura dos textos para chegar às alternativas corretas, trouxe como temas muitos pensadores do século XX, como Simone de Beauvoir e Friedrich Nietzsche, e charges de Amarildo e Ziraldo.
Ciências da natureza exigiu conteúdo

Ao contrário de anos anteriores, a prova de ciências da natureza foi mais conteudista. Neste ano, para resolver as questões, era necessário mais conhecimento prévio de fórmulas. Além disso, caiu o número de questões que envolvia cálculos da regra de três.
O Enem 2015 abordou a dengue em duas questões: em uma delas, o candidato precisava compará-la à febre amarela em relação à existência de vacinas. O filme "Titanic" foi tema de uma pergunta de física, sobre o fenômeno ótico da miragem.
O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, considerado "figurinha carimbada" no Enem, apareceu em mais uma edição do exame do MEC. Desta vez, porém, na prova de ciências da natureza, em uma questão interdisciplinar onde o seu poema "A bomba" foi associado à bomba de urânio.
Nas questões de química houve prevalência da química orgânica. Em uma delas, os candidatos tiveram que falar sobre os feromônios das abelhas e outra identifcar quais elementos vinham das fórmulas colocadas na prova. 
Já em biologia, uma das questões pediu mais conhecimentos de primeiros socorros do que da matéria em si. Ela falava sobre o que fazer ao atender uma vítima de queimaduras. Outra questão de biologia falava sobre o efeito do oxigênio no sangue quando o corpo é exposto a altas altitudes.
Outra pergunta de biologia falava sobre microquimerismo e como mães carregam os células masculinas dos filhos após a gestação. Ela foi apoiada em texto do biólogo Alysson Muotri,publicada em sua coluna do G1.
Charge de Ziraldo usada no Enem 2015 (Foto: Reprodução)Charge de Ziraldo usada no Enem 2015 (Foto: Reprodução)
Ciências humanas teve muita leitura
Nas 90 questões de ciências humanas, o Enem 2015 abordou um número grande de pensadores contemporâneos. A célebre frase de Simone de Beauvoir ("Não se nasce mulher, torna-se mulher") foi citada em uma questão sobre as lutas feministas do início do século XX. O educador brasileiro Paulo Freire também foi tema de uma questão interpretativa sobre pensamento individual e coletivo. Outro brasileiro que apareceu nas provas deste ano foi o jornalista e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda.
Dois chargistas do Brasil também tiveram suas obras usadas como inspiração para questões. Uma charge do escritor e cartunista Ziraldo publicada em 1974 apareceu no Enem 2015 para ilustrar uma pergunta sobre o endividamento no período da ditadura militar no Brasil. Já o cartunista Amarildo teve uma charge como parte de uma questão sobre agrotóxicos no Brasil.
Entre os pensadores estrangeiros está Friedrich Nietzsche. Na questão que pediu conhecimentos sobre o filósofo alemão, o Enem perguntou sobre sua interpretação da filosofia grega. Outro alemão que apareceu na prova foi Max Weber.
Nas questões de história, o Enem abordou a crise imobiliária dos Estados Unidos de 2007, a economia chinesa e a posição da África no cenário mundial. Também caíram assuntos da atualidade, como as consequências dos ataques do Estado Islâmico a patrimônios históricos no Oriente Médio e a preocupação dos países com a segurança de dados, em relação à espionagem americana.
Além disso, houve questões envolvendo a Idade Média e o Descobrimento do Brasil.
Apesar da pouca prevalência, a prova de ciências humanas também pediu pelo menos dois mapas. Porém, não exigiu muito conteúdo prévio: era possível encontrar as respostas fazendo a leitura das imagens. Outro tópico mencionado no exame foi a crise hídrica em Minas Gerais – a questão relacionava-se à importância das veredas para o equilíbrio ecológico.
Questões da Prova Amarela do Enem 2015 (Foto: Reprodução)Questões da Prova Amarela do Enem 2015 (Foto: Reprodução)
O Enem 2015 em números:
7.746.057 candidatos
8.424 gestantes
10.773  lactantes
1.711 idosos
71.195 sabatistas
278 que vão usar nome social
Candidatos atrasados
Em entrevista à Globonews, pouco depois das 15h deste sábado, Luiz Claudio Costa, secretário-executivo do MEC, afirmou que o número de atrasados é considerado baixo. Ele disse que a pontualidade da prova é um quesito "pedagógico", e mencionou casos de candidatos que se atrasaram na edição de 2014 do Enem, e que neste ano aprenderam a lição, e chegaram duas horas antes do fechamento dos portões.
Luiz Claudio também rebateu reclamações de candidatos alocados na Uninove da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. Eles tentaram forçar a entrada no local de provas após o fechamento dos portões, alegando que, por causa da falta de sinalização, foram até o prédio errado. "Todos os candidatos receberam o local de provas com o endereço detalhado", explicou o secretário.
Cobertura completa
G1 preparou uma cobertura especial para as provas. Pela manhã, a cobertura em tempo real trará informações, fotos e vídeos da entrada dos candidatos nos locais de prova. Repórteres espalhados nos locais de provas de todos os estados e do Distrito Federal vão trazer desde cedo as expectativas dos candidatos antes e a opinião deles na saída do Enem.
Programa ao vivo
Após o fim das provas, os estúdios do G1 em São Paulo e no Rio darão início a um programa em vídeo ao vivo com professores do Curso e Colégio de A a Z e estudantes que fizeram o Enem.
Eles comentarão os níveis de dificuldade de cada uma das provas, o tema da redação e os pontos mais polêmicos que caíram no Enem. No sábado, as provas serão de ciências humanas e ciência da natureza. No domingo, o Enem terá provas de linguagens, matemática e redação.
Candidatos que fizeram a prova poderão participar do programa enviando perguntas e comentários pela página da cobertura completa do Enem no G1.
Resolução das questões
G1 trará ainda a resolução das 90 questões de sábado e as 90 questões de domingo preparadas pelos professores do Cursinho da Poli. O gabarito oficial do Enem será divulgado pelo MEC até quarta-feira (28).
Provas do domingo
No segundo e último dia do Enem, os candidatos terão que responder a 90 questões de múltipla escolha. Dessas, 45 são da prova de linguagens, e 45 são da prova de matemática. Além disso, eles precisam fazer a prova de redação Os portões abrem às 12h fecham às 13h no horário de Brasília (veja abaixo os horários locais de fechamento dos portões em cada estado), e as provas terão início às 13h30. A duração da prova é de cinco horas e meia.

Via G1

Polícia Federal faz cruzamento de dados para evitar fraudes no Enem

Por Unknown | sábado, 17 de outubro de 2015 | Postado em , ,


Polícia Federal faz cruzamento de dados para evitar fraudes no Enem
Para evitar fraudes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a Polícia Federal (PF) fez, este ano, um cruzamento de dados tanto dos candidatos quanto dos fiscais que vão acompanhar a aplicação das provas. Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, nos dias do exame – 24 e 25 de outubro –, equipes de inteligência vão trabalhar em conjunto. “Fizemos o cruzamento de dados em várias bases construídas e foi possível indicar alguns pontos críticos e de risco, que a Polícia Federal já está tratando com ações preventivas e, se necessário, repressivas”, disse ele, sem especificar quais são esses pontos críticos. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os procedimentos de segurança do Enem estão sendo aprimorados a cada ano para garantir o respeito àqueles que farão o exame. “Temos que ficar atentos porque o exame tem que respeitar o mérito. A pessoa que estudou e fez um bom exame tem o direito de ter aquela nota e ninguém pode burlar isso. O respeito ao participante também é questão de segurança, então há muito rigor nessa parte”, disse. Segundo Mercadante, todos candidatos terão que passar pelo detector de metais, inclusive nos banheiros, para evitar o uso do celular. Também haverá o monitoramento das redes sociais para identificar perfis de pessoas que eventualmente postarem fotos das provas. “O edital é muito claro, qualquer fraude anula a prova a qualquer tempo. Então mesmo, que o candidato faça a prova, se identificarmos qualquer fraude, ela será anulada, além das medidas penais que a legislação prevê”, disse o ministro, de acordo com a Agência Brasil. Assim como no exame de 2014, este ano, os esquemas de segurança e operacionalização do Enem serão coordenados no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, na sede da Polícia Rodoviária Federal, em Brasília. É o mesmo centro que foi usado na Copa do Mundo e que está interligado aos centros de controle e inteligência dos estados. Nos dias das provas do Enem, os portões serão fechados às 13h, no horário de Brasília. Às 13h30, os malotes com as provas deverão abertos. Nove mil servidores federais certificados farão o controle da segurança de todo o processo da prova. A equipe total de aplicação, entre coordenadores, chefes, fiscais e apoio, soma 915.290 pessoas.


Enem 2015 terá 7,7 milhões de participantes

Por Unknown | sexta-feira, 31 de julho de 2015 | Postado em ,

   
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 terá 7.746.057 participantes. O dado foi divulgado nesta sexta-feira, 31, pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que realiza o exame. O número de inscritos é 11,2% menor que o registrado no ano passado.

O número final de inscritos computa as inscrições confirmadas, após o pagamento da taxa de inscrição. Neste ano, a taxa aumentou para R$ 63.

Do total de inscritos, 26% são pagantes e o restante fará o exame com isenção. Apesar da queda geral no número de participantes, essa proporção entre pagantes e isentos continua a mesma que foi registrada em 2014. Concluintes de escola pública são isentos, além de candidatos que declaram ser de baixa renda.

Além do aumento da taxa, o Inep adotou uma regra para inibir faltosos, como revelou a reportagem em maio. Quem for isento e faltar no exame só poderá se inscrever novamente mediante pagamento da inscrição, mesmo que se encaixe no perfil de gratuidade. As duas mudanças influenciaram a queda no número de participantes, segundo o Inep.

As provas serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro. Os portões serão abertos ao meio-dia e fechados às 13h (de Brasília).

A nota do Enem é usada como critério de acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em 115 instituições públicas. Também é critério para acessar bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), o Financiamento Estudantil (Fies) ou ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.
 
 
Agência Estado

Jovens terminam ensino médio sem aprender o básico, mostra pesquisa

Por Unknown | quarta-feira, 8 de julho de 2015 | Postado em ,





Pesquisa feita com jovens que terminaram o ensino médio mostra que há uma desconexão entre o que é ensinado nas escolas e os conhecimentos e habilidades exigidos na vida adulta. A pesquisa Projeto de Vida – O papel da Escola na Vida dos Jovens, da Fundação Lemann, foi apresentada nesta quarta-feira (8) em seminário que debate a base curricular nacional comum para a educação básica.

A análise dos resultados mostra que falta aos jovens competências básicas em comunicação, raciocínio lógico e tecnologia. Também foi constatado que há dificuldades de interpretar o que leram, de se expressar oralmente e de construir argumentos consistentes. Além disso, os entrevistados sentem dificuldades para
escrever textos do dia a dia como um e-mail e enfrentam problemas com a concordância e ortografia.
A pesquisa constatou problemas de comunicação, raciocínio lógico, tecnologia e interpretação de texto, por exemplo
A pesquisa constatou problemas de comunicação, raciocínio
 lógico, tecnologia e interpretação de texto, por exemplo

Foram entrevistados jovens que concluíram o ensino médio – 80% de escolas públicas – que ingressaram recentemente no mercado de trabalho, na faculdade, além de professores, empregadores, especialistas em educação e organizações não governamentais que atuam na formação e orientação de jovens.

No campo do raciocínio lógico, a pesquisa mostra que os jovens não dominam conteúdos básicos da matemática, têm dificuldades com estimativas de valores, com cálculos de descontos e reajustes e para ler planilhas e gráficos.

Jovens ouvidos relataram que já erraram ao passar troco a clientes e que saíram da escola sem noções básicas de
informática, o que dificultou a entrada no mercado de trabalho. “Apesar de extensos, ainda falta aos currículos conteúdos e habilidades que são essenciais para a vida adulta”, diz a pesquisa Projeto de Vida.

Ela aponta que a base curricular nacional comum para a educação infantil, fundamental e média, em discussão no Ministério da Educação, é uma oportunidade de diminuir a desconexão entre o que é ensinado na escola e o que o jovem realmente precisa aprender.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, avalia que a base comum pode contribuir para que a escola abandone o papel de ser apenas um transmissor de conteúdo e prepare o estudante para que ele tenha bom desempenho nas atividades da vida cotidiana. “Nosso grande desafio na construção da base comum é escolher o que é essencial, não o mínimo, e não se limitar a listagens, mas ir além e mostrar como as disciplinas se conectam, como agregar a isso as habilidades do século 21, ser mais investigativo, mais crítico”, disse.

O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Manoel Palácios, explicou que o MEC criou um grupo de trabalho responsável pela redação de uma proposta preliminar da base nacional comum curricular. A proposta é estabelecer um amplo debate para a elaboração do documento, ouvindo professores, estudantes, secretários de Educação, especialistas e organizações envolvidas com o tema.

“Colheremos as opiniões de professores e de estudantes que também devem participar desse debate. Especialmente, os estudantes que estão no ensino médio e tem a expectativa de ingresso na universidade e de profissionalização, para se manifestarem sobre os objetivos de aprendizagem que integrarão a base comum”, disse Palácios.

A pesquisa recomenda que a base comum contribua para tornar o estudo mais atrativo ao aluno, inclua habilidades socioemocionais, respeite as diversidades regionais, correlacione as habilidades e ensine o que é fundamental aos alunos aprenderem.

As discussões sobre a base curricular nacional foram feitas em Brasília, no Seminário Internacional Base Nacional Comum: o que Podemos Aprender com as Evidências Nacionais e Internacionais. O evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).





Via JB

Sisu: inscrições começam dia 8 de junho

Por Unknown | sexta-feira, 29 de maio de 2015 | Postado em ,


As inscrições para a segunda edição de 2015 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) serão abertas no dia 8 de junho e seguem até o dia 10 de junho, exclusivamente pela internet. Para se inscrever no Sisu o candidato deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e não ter zerado a redação. O cronograma do Sisu está publicado na edição de hoje (29) do Diário Oficial da União.
Por meio do Sisu, os estudantes participantes do Enem concorrem a vagas de ensino superior em instituições públicas. No endereço da página do Sisu o estudante poderá se inscrever para até duas opções de vaga, especificando a ordem de preferência. Durante o período de inscrição é possível mudar as opções. O candidato também precisa definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência, às vagas reservadas à lei federal de cotas ou às vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições.

O resultado será divulgado no dia 15 de junho em uma única chamada e a matrícula deverá ser feita na instituição de ensino nos dias 19, 22 e 23 de junho. É de responsabilidade do estudante se informar sobre os procedimentos e documentos necessários.

Quem não conseguiu uma vaga na chamada regular pode participar da lista de espera se inscrevendo na página do Sisu, na internet, entre os dias 15 e 26 de junho. O candidato só poderá manifestar interesse em participar da lista de espera para o curso que escolheu como sua primeira opção, no momento da inscrição.



Via Agência Brasil

Termina a maratona de provas do Enem

Por Unknown | domingo, 9 de novembro de 2014 | Postado em , ,

Mais de 8 milhões de estudantes encerram, neste domingo (9), a maratona de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que teve início no sábado (8) em todo o país.

As provas tiveram início às 13 horas, nos dois dias. Neste domingo os inscritos foram avaliados em Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação) Matemática e Redação. A duração foi de cinco horas, já que havia a redação. No sábado, os estudantes fizeram provas de Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia, Sociologia) e da Natureza (Biologia, Química e Física).


Para combater possíveis tentativas de fraude, foram usados detectores de metais em todos os locais de prova.




Inscrições para o Sisutec começam na segunda-feira

Por Unknown | sábado, 19 de julho de 2014 | Postado em , ,

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) começam na segunda-feira, 21. Alunos que terminaram o ensino médio interessados em concorrer a uma das 289.341 vagas disponíveis para cursos técnicos têm até esta sexta-feira, 18 para fazer o cadastro, gratuito, pela internet. Do total de vagas, 85% serão reservadas para estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública e para alunos de escolas particulares que ganhavam bolsas integrais.

Também é necessário que o aluno tenha participado do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2013 e tenha recebido nota acima de zero na redação. A comprovação dos requisitos será feita no momento da matrícula. No momento da inscrição, o estudante pode fazer até duas opções de cursos.

O número de vagas é 20% superior ao que havia sido ofertado no segundo semestre de 2013. Naquela edição, o sistema havia reunido 239.792 vagas. Nesta versão, o maior número de postos autorizados são em instituições privadas: 247.888. Em seguida, estão instituições do sistema S (Senai e Senac) , com 30.996 vagas. As escolas públicas estão em terceiro lugar, com 10.457 vagas.

Os cursos que ofertam mais vagas são das áreas de ambiente e saúde, o equivalente a 32,17% do total. Em seguida, vem informação e comunicação, com 17,06% das vagas, gestão e negócios, com 14% e controle e processos industriais, com 11,6%.



Os resultados da primeira chamada serão apresentados no dia 29 de julho e as matrículas poderão ser feitas no dia 30 de julho e 1º de agosto. A segunda chamada será divulgada dia 5 de agosto.



"O sistema é uma ótima oportunidade de profissionalização para aqueles que já concluíram o ensino médio, não foram selecionados no Enem e não participam do ProUni", afirmou o ministro da Educação, Henrique Paim. "Cursos técnicos subsequentes são muito importantes para o estudante e para o País. Cursos técnicos são muito relevantes e precisam ser valorizados", completou o ministro.

Estudantes que não se encaixam no perfil prioritário e não tiverem feito o Enem podem se candidatar a vagas remanescentes. Essa etapa será realizada entre os dias 11 e 20 de agosto. O site para inscrição é http://sisutec.mec.gov.br


Via Yahoo

Inscrições para o ProUni terminam nesta quarta-feira

Por Unknown | quarta-feira, 11 de junho de 2014 | Postado em

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) terminam nesta quarta-feira (11). Até às 19h de terça-feira (10), o programa registrou 418.821 inscritos, mais que o dobro do ano passado, quando o segundo dia de inscrições teve um total de 144.609 candidatos.


Para fazer a inscrição, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem, além do Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Nesta edição do ProUni candidatos concorrem a 115.101 bolsas em 22.139 cursos de 943 instituições. Dessas, 73.601 são integrais e 41.500, parciais. Podem concorrer às bolsas do ProUni os estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista integral. Os cursos com maior número de bolsas são administração (13.168), direito (7.887), pedagogia (7.725) e ciências contábeis (6.865)


Concorrem a bolsas integrais os estudantes que comprovem renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa.


Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.


Resultados


O resultado da 1ª chamada sai no dia 15 de junho
 e os selecionados devem comprovar as informações no período de 16 a 24 de junho. A 2ª chamada sairá em 4 de julho, com a comprovação de informações entre os dias 4 e 11 de julho.


Por fim, o resultado da adesão à lista de espera será divulgado em 21 e 22 de julho. A comprovação de informações dos candidatos em lista de espera está agendada para 29 e 30 de julho.


Via RedeTV

´Cultura sem Fronteiras´ vai bancar intercâmbio na Europa para aluno de Humanas

Por Unknown | quarta-feira, 4 de junho de 2014 | Postado em , ,



Iniciativa do Ministério da Cultura vai seguir a mesma linha do Ciência Sem Fronteiras; a diferença é que alunos de cursos, antes preteridos, como Administração e Design, serão o foco

Antes barrados pelo programa Ciência Sem Fronteiras (CsF) - que dá bolsas de estudos para universitários brasileiros de Exatas e de Saúde estudarem no exterior -, agora os alunos de Humanas terão acesso a um programa similar também do Governo Federal: o Cultura sem Fronteiras. A nova ação, sob coordenação do Ministério da Cultura (MinC) está prestes a ser lançada pela pasta.

A iniciativa vai seguir a mesma linha do "programa-irmão". A principal diferença é que o novo programa do MinC vai focar em cursos ligados às humanidades e às ciências sociais aplicadas, como Administração, Design e Moda.

"Até agora, só os estudantes de Exatas tinham essa oportunidade para obter bolsas no exterior, por meio do Ciência sem Fronteiras. Para ampliar as possibilidades, estamos fazendo o Cultura sem Fronteiras", afirmou, em comunicado, a ministra da Cultura, Marta Suplicy.



De concreto até o momento o MinC já fechou parcerias com universidades de dois países: a Itália e a Espanha. Duas instituições já fazem parte do Cultura sem Fronteiras e estarão aptas a receber universitários brasileiros para intercâmbios de graduação de um ano. A Universidade de Bolonha, na Itália, é uma delas. O Instituto Europeu de Design (IED), que tem duas de suas unidades na Espanha (em Madri e Barcelona), é a outra instituição que já firmou convênio com o MinC.

Como a pasta ainda está desenhando o escopo geral do programa e planejando parcerias com outras instituições de ensino, por enquanto apenas um edital já foi anunciado pelo ministério. Está previsto para este ano a seleção dos 10 primeiros bolsistas que farão intercâmbio no IED. A seleção, contundo, ainda não foi aberta. Sabe-se apenas que poderão participar do edital estudantes de Administração, Design, Moda e Programação Visual.

Indústria Criativa

A ideia por trás do Cultura sem Fronteiras é oferecer oportunidades para estudantes ligados à Indústria Criativa, que por ser uma área interdisciplinar, relaciona-se com uma série de campos de conhecimento, com um envolvimento especial de cursos de Comunicação e Artes. Segundo o iG Educação apurou, a previsão é que o Audiovisual, a Animação e as Artes Visuais também possam ser contemplados como cursos prioritários do programa.

Tal expectativa de inclusão desses cursos de Comunicação, Artes e Cinema, contudo, ainda não foi anunciada publicamente pelo ministério. Esse é um dos motivos que faz com que o estudante de comunicação social da PUC Minas, Igor Patrick, de 21 anos, ainda não comemore por completo a criação do programa do MinC.

"Acho o Cultura sem Fronteiras, um programa puramente eleitoreiro. Chegou oportunamente tarde, não abarca nem de longe todo mundo que foi prejudicado em 2012 pelo Ciência sem Fronteiras [quando os alunos inicialmente foram barrados] e oferece, inicialmente míseras 10 vagas", explica Patrick.

O estudante foi um dos milhares de universitários que tentaram participar do programa Ciência sem Fronteiras anteriormente. No entanto, eles foram impedidos pelas agências de fomento do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que administram a iniciativa.

Ministério da Cultura

Consultado, o MinC informou que ainda não foi definida a existência de metas para o Cultura sem Fronteiras - como ocorre com o programa-irmão - por que "os dados mais concretos ainda estão sendo elaborados". A pasta ainda não possui os valores absolutos do custo total do programa.


"Programa-irmão"

O Ciência Sem Fronteiras - uma das principais plataformas políticas da presidente Dilma Rousseff na área de educação -, tem um custo que ultrapassa os R$ 3 bilhões. Ele foi criado em 2011 com a pretensão de enviar 101 mil bolsistas ao exterior, especialmente estudantes de graduação. O seu foco são alunos das áreas Tecnológicas, Engenharias e Saúde.


Via 

último segundo

Deputados defendem 10% do PIB integralmente para educação pública

Por Unknown | terça-feira, 3 de junho de 2014 | Postado em ,

Os líderes do PDT, Vieira do Cunha (RS), e do Psol, Ivan Valente (SP), defenderam a aplicação dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação em 2024, prevista pelo Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10), apenas para a educação pública.

Eles querem a rejeição do texto do PNE que inclui nesse percentual os gastos com isenção, financiamentos, bolsas e outras parcerias com a iniciativa privada – programas como Prouni, Fies, Ciência sem Fronteiras, Pronatec, creches conveniadas, entre outros. PSB e PDT apresentaram destaque para retirar esse ponto.

Ivan Valente disse que a aplicação de 10% do PIB em educação pública é “a alma” do Plano Nacional de Educação. “Só existe um plano de metas se há financiamento para garantir essas metas e prazos. Quem votar contra esse destaque está tirando dinheiro da educação pública para dar para o setor privado”, disse.

Distorção

Vieira da Cunha afirmou que, como está, o texto distorce a meta de alcançar 10% do PIB em educação pública em 2024. “Permitir o uso desse dinheiro para isenções fiscais, bolsas de estudo e subsídios em financiamento é inadmissível, é retroceder em relação ao que avançamos”, declarou.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Glauber Braga (PSB-RJ), também defendeu a retirada das parceiras privadas dos 10% de investimento. “Esses programas podem ser mantidos, podem até ser ampliados, mas defendemos que os 10% sejam investidos em educação pública. Só desse jeito a gente vai garantir possibilidade concreta de uma ampliação de oferta e qualidade de educação”, disse.


Via Jornal do Brasil

Candidatos ao Enem poderão ter problemas nas últimas horas de inscrição

Por Unknown | segunda-feira, 19 de maio de 2014 | Postado em

A menos de uma semana para o fim do prazo de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a recomendação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é que os candidatos não deixem para a última hora, a fim de evitar problemas, como o acesso lento ao site do instituto. Segundo a autarquia, no ano passado, 1,7 milhão de estudantes deixaram para o último dia.

Apesar da recomendação, o Inep diz que o sistema está preparado e suporta até 200 mil acessos simultâneos. A intenção é diluir as inscrições e dar mais conforto aos candidatos. Até as 15h de hoje, 4.330.330 fizeram a inscrição pela internet. O prazo vai até sexta-feira (23). A expectativa é que 8,2 milhões se inscrevam. O Inep orienta os cadidatos a se inscreverem nos horários com menor número de acessos – no início da manhã, até as 9h; à tarde, entre as 14h e as 17h e à noite, após as 21h.



Os candidatos devem estar atentos também à data limite para o pagamento, que é 28 de maio. A inscrição só é confirmada após o pagamento da taxa de R$ 35. Estudantes da rede pública e pessoas com renda familiar até 1,5 salário mínimo são isentos. Até o momento, eles representam 64,2% dos inscritos, 2.780.555.

Segundo os últimos dados do Inep, solicitados pela Agência Brasil, o estado de São Paulo lidera o número de inscritos, 684.766, 15,8% do total. Em seguida, estão Minas Gerais, com 456.155 (10,5%) e o Ceará, com 334.632 (7,7%). Depois aparecem o Rio de Janeiro, com 332.541 (7,6%) e a Bahia, com 319.832 (7,3%). As mulheres formam a maioria dos inscritos, 2.561.534, o que equivale a 59%.

O exame será realizado nos dias 8 e 9 de novembro. O Enem é destinado a estudantes que tenham terminado ou estejam concluindo o ensino médio, pessoas com mais de 18 anos que busquem o comprovante de conclusão do ensino médio e aquelas que queiram testar conhecimentos.

A nota do exame é utilizada como critério para acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior, e do Programa Universidade para Todos (ProUni).

A participação na prova é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do Programa Ciência sem Fronteiras ou conseguir uma vaga gratuita dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).



Este ano, travestis e transexuais poderão ser identificados pelo nome social. Para isso, é preciso fazer o pedido pelo telefone 0800-616161, até sexta-feira.

Para se preparar, o aluno pode acessar o aplicativo Questões Enem, um banco de questões da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne as provas de 2009 a 2013. O acesso é gratuito.

(*) Com informações da Agência Brasil

Dilma participa de formatura do Pronatec na Paraíba

Por Unknown | sexta-feira, 16 de maio de 2014 | Postado em

A presidenta Dilma Rousseff participa nesta sexta-feira (16) da formatura dos alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em João Pessoa (PB). A cerimônia tem início previsto para às 10h.

Mais de 1700 alunos de baixa renda da capital paraibana recebem os certificados de conclusão dos cursos de qualificação profissional do Programa, voltado aos público do Plano Brasil Sem Miséria. Ao todo o Pronatec oferece 32 cursos profissionalizantes no estado.

Pronatec

Criado em 2011, o Pronatec tem o objetivo de expandir, interiorizar e democratizar a educação profissional e tecnológica. Em todo o Brasil, o programa já chegou a 6,9 milhões de matrículas, sendo 1,9 milhão em cursos técnicos e 5 milhões em cursos de formação inicial e continuada (FIC). A meta do Programa é alcançar oito milhões de brasileiros matriculados até o final de 2014.

No Pronatec, são oferecidos cursos gratuitos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais, nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar, Senat, e também em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio.

Fonte: Portal Brasil com informações da NBR

Novas habilitações profissionais para dar aulas publicadas hoje em DR

Por Unknown | quarta-feira, 14 de maio de 2014 | Postado em

As novas regras que definem as habilitações profissionais para poder dar aulas aos alunos do ensino obrigatório foram hoje publicadas em Diário da República, num diploma que aumenta a duração dos ciclos de estudo.

O fim dos mestrados que não têm correspondência com os grupos de recrutamento para dar aulas é outra das novidades do decreto-Lei n.º 79/2014, que define o regime jurídico da habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário.

O diploma define também a duração dos mestrados, aumentando de dois para três semestres os mestrados em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e, no caso dos mestrados conjuntos em Educação Pré -Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, a duração aumenta de três para quatro semestres.

Todos os restantes mestrados, que poderiam ter entre três e quatro semestres, passam a ter quatro semestres de duração, segundo o decreto aprovado em Conselho de Ministros no final de março.

O diploma procede também ao desdobramento de vários mestrados, de forma a ajustá-los aos grupos de recrutamento e a "reforçar a formação na área da docência". Por exemplo, o mestrado em Ensino da História e da Geografia no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário vão passar a ser dois mestrados.

Com o objetivo de “assegurar um melhor ajustamento entre a oferta de formação e as necessidades efetivas do sistema educativo”, o diploma define também a introdução de mecanismos para fixar as vagas de acesso aos cursos.

O peso da formação nas áreas da docência, das didáticas específicas e da iniciação à prática profissional nas estruturas curriculares aumenta.

O documento define ainda quais os requisitos mínimos de formação para ingressar nos cursos e quais os grupos de recrutamento a que dá direito cada formação.

A partir do ano letivo 2015/2016, os ciclos de estudo conferentes de habilitações para a docência devem ser organizados de acordo com as novas regras.

Os professores que tenham obtido habilitação profissional para a docência antes da entrada em vigor do diploma hoje publicado “mantêm essa habilitação para a docência no grupo ou grupos de recrutamento em que a tenham obtido”.

Da mesma forma, também são consideradas as habilitações profissionais dos alunos que se inscreveram nos cursos este ano ou no próximo ano letivo.

Com o objetivo de “ter nas escolas os mais bem preparados, mais bem treinados, mais vocacionados e mais motivados para desenvolver a nobre e exigente tarefa de ensinar”, o Governo tem vindo a alterar as regras que permitem ser professor nas escolas públicas portuguesas, lê-se no documento.

Regulamentou a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) para a admissão aos concursos de seleção e recrutamento de pessoal docente, que provocou uma forte contestação dos professores, e introduziu alterações na formação contínua de docentes.

Diário Digital/Lusa

Inscrições para o Enem 2014 começam hoje

Por Unknown | domingo, 11 de maio de 2014 | Postado em ,

Estudantes interessados em participar do Enem 2014 poderão fazer a inscrição na prova a partir de amanhã no site do Inep. O prazo se encerra em 23 de maio, mas os candidatos terão até o dia 28 deste mês para efetuar o pagamento da inscrição. Segundo o Ministério da Educação, será cobrada taxa inscrição de R$ 35, mesmo valor do ano passado. O exame foi agendado para os dias 8 e 9 de novembro. A expectativa do MEC é que 8,3 milhões de pessoas se inscrevam no Enem 2014, o que representaria um salto de pouco menos de 14% em comparação ao último exame (7,2 milhões de inscritos). O aluno concluinte do ensino médio da rede pública ou membro de família de baixa renda -renda per capita de até 1,5 salário mínimo- estão isentos da tarifa. O Enem é utilizado na seleção de todas as universidades federais, pré-requisito para o acesso a programas como Ciência sem Fronteiras, Prouni e Fies, e certifica conclusão do ensino médio.